domingo, 11 de outubro de 2009

O PODER DAS CORES





A luz e a cor, na medicina e na vida


Fez-se a luz e tivemos a vida. O poder da luz sobre o planeta é conhecido há muitos milênios. Sem ela não há ar, calor e visão, enfim não há vida. Não é sem razão que quando uma criança nasce se diz: A mulher deu à luz.
Na natureza, a energia luminosa é uma determinada faixa dessas ondas eletromagnéticas que vem do espaço, com diferentes comprimentos de onda, que nos permite ver as cores.

Os antigos povos do Egípcios, Grécia e Roma já relatavam e aplicavam as influências das cores sobre os humanos. E foram eles os primeiros, que se saiba, a utilizar a cromoterapia. No Brasil, o estudo mais sério do emprego clínico dessa terapêutica começou na década de oitenta com o professor, Dr. Ito Chinen (Hospital Emílio Ribas). Ele dizia "que a cromoterapia é uma conduta terapêutica que visa utilizar a energia luminosa das cores para trabalhar a energia vital do paciente". Segundo ele, várias são as formas de se atuar sobre o paciente usando o efeito energético das cores. Na ambientação, através da escolha da cor nas paredes de consultórios, escritórios, salas hospitalares, na cor das roupas dos médicos e atendentes, e na ação mais efetiva, quando da aplicação direta da luz colorida diretamente sobre a área doente.

É de conhecimento geral a utilização dos raios infravermelhos para tratamentos de processos inflamatórios e dolorosos das articulações, como nas bursites, tendinites e processos pélvicos. Muitos sabem das propriedades dos raios ultravioletas como método esterilizante e bronzeador, além da influência na produção na pele da provitamina D, no combate ao raquitismo e à osteoporose. Cada cor tem reflexos orgânicos e psíquicos provocados pela ação da freqüência de comprimento de onda, que ao vibrar libera energia, resultando algum tipo de resposta sobre o indivíduo.
As técnicas de aplicação dessa medicina alternativa, a cromoterapia, complementar aos tratamentos médicos convencionais, variam de país para país, dependendo dos conhecimentos, da tecnologia e dos aparelhos disponíveis.
Segundo o Dr. Chinen, a cromoterapia pode ser utilizada principalmente onde há disfunções orgânicas e emocionais como gastrites, vesícula preguiçosa, ansiedade, stress, asma e em alguns problemas de ordem mental. Para uma boa resposta ao tratamento é necessário um diagnóstico preciso, uma orientação e ações acertadas.


Para ilustração, pode-se dizer que:

O VERMELHO – tem ação orgânica altamente estimulante, que ajuda a restabelecer a energia vital e a abrir o apetite. É uma cor recomendada em certos casos para os asténicos e hipotensos (aqueles que têm pressão baixa)

A COR LARANJA – é favorável para os depressivos, estimula os batimentos cardíacos, o metabolismo ósseo e o digestivo.

O AMARELO – atua estimulando o intelecto, o metabolismo ósseo e ajuda nas disfunções hepáticas.

O VERDE – pode ser usado para transmitir equilíbrio e tranqüilidade. Estimula a função hepática e a cicatrização de tecidos.

O AZUL CLARO – tem ação relaxadora sobre os nervos, melhorando a ansiedade e a hipertensão (pressão alta).

O AZUL PRÚSSICO – ajuda na recuperação dos processos infecciosos, atuando como analgésico e sedativo.

O VIOLETA – muito utilizado como anti-séptico (raios ultravioleta) e regenerador tecidual, principalmente nos tumores e sistema nervoso.
Na Índia a cromoterapia tem, já há muito tempo, respeito e credibilidade como auxiliar terapêutico. Nos Estados Unidos, Europa e Brasil, é uma conduta que está engatinhando como opção à terapia convencional ou como coadjuvante à terapia tradicional.


Os efeitos psicológicos das cores sobre o sistema emocional do indivíduo são marcantes. Quando se usa o vermelho para pintar as paredes, chama-se a atenção, mas a sensação desencadeada é desagradável de opressão e peso, o que é desaconselhável a quem tem claustrofobia. Mas ao mesmo tempo sabe-se que é uma luz poderosa que estimula os batimentos cardíacos, excita e que ativa a concentração. Quem é que não reparou na atenção que essa cor desperta na criança pequena ou no "marmanjão" quando vê uma "dona" vestida de vermelho?
Já o azul e a turquesa são cores frias que criam ambientes agradáveis e calmos que propiciam ao relaxamento.

A cor preta e a branca são cores extremas que têm a potencialidade de absorver ou refletir toda a cor. Usadas de uma forma monocromática são desagradáveis, precisam de alguma outra cor para contrastar e equilibrar a visão.

A cor violeta psicologicamente age como protetora e relaxante. Estimula e instaura o equilíbrio orgânico. Já o verde, apesar da beleza e integrar o individuo à natureza, é terapeuticamente uma cor morta. A luz pura remete a pessoa ao passado, não é aconselhável ao triste e deprimido. A laranja alegra, estimula o movimento e a ação. Nos ambientes de trabalho deve ser bem orientada, na medida do que se espera naquela função, pois facilita também os acidentes.

Conhecer as cores e seus efeitos no Homem é mais uma forma simples e inteligente de atuar, tanto na medicina e como na vida, procurando sempre o bem viver.

Significado das Cores


É um fato que as cores têm uma grande influência psicológica sobre o ser humano. Existem cores que se apresentam como estimulantes, alegres, otimista, outras serenas e tranqüilas, entre outros.
Assim, quando o Homem tomou consciência desta realidade, aprendeu a usar as cores como estímulos para encontrar determinadas respostas e, a cor que durante muito tempo só teve finalidades estéticas, passou a ter também finalidades e funcionalidades práticas.
É possível, pois, compreender a simbologia das cores e através delas dar e receber informações.

Vejamos alguns exemplos de cores e sua simbologia:

O preto está associado à idéia de morte, luto ou terror, no entanto também se liga ao mistério e à fantasia, sendo hoje em dia uma cor com valor de certa sofisticação e luxo. Significa também dignidade.

O branco associa-se à idéia de paz, de calma, de pureza. Também está associado ao frio e à limpeza. Significa inocência e pureza.
O cinzento pode simbolizar o medo ou a depressão, mas é também uma cor que transmite estabilidade, sucesso e qualidade.

O Bege é uma cor que transmite calma e passividade. Está associada à melancolia e ao clássico.

O Vermelho é a cor da paixão e do sentimento. Simboliza o amor, o desejo, mas também simboliza o orgulho, a violência, a agressividade ou o poder.

O Vermelho escuro significa elegância, requinte e liderança.

O Verde significa vigor, juventude, frescor, esperança e calma.

O Verde-escuro está associado ao masculino, lembra grandeza, como um oceano. É uma cor que simboliza tudo o que é viril.

O Verde-claro significa contentamento e proteção.

O Amarelo transmite calor, luz e descontração. Simbolicamente está associado à prosperidade. É também uma cor energética, ativa que transmite otimismo. Está associada ao Verão.

A Laranja é uma cor quente, tal como o amarelo e o vermelho. É, pois uma cor ativa que, significa movimento e espontaneidade.

O Azul é a cor do céu, do espírito e do pensamento. Simboliza a lealdade, a fidelidade, a personalidade e subtileza. Simboliza também o ideal e o sonho. É a mais fria das cores frias.

O Azul-escuro é considerado uma cor romântica, talvez porque lembre a cor do mar, no entanto é uma cor que se associa a certa falta de coragem ou monotonia.

O Azul claro significa tranqüilidade, compreensão e frescura.

O Castanho é a cor da Terra. Esta cor significa maturidade, consciência e responsabilidade. Está ainda associada ao conforto, estabilidade, resistência e simplicidade.

O Roxo transmite a sensação de tristeza. Significa prosperidade, nobreza e respeito.

O Lilás, significa espiritualidade e intuição.

O Rosa significa beleza, saúde, sensualidade e também romantismo.

O Rosa claro está associado ao feminino. Remete para algo amoroso, carinhoso, terno, suave e ao mesmo tempo para certa fragilidade e delicadeza. Está ainda associado à compaixão.

O Salmão está associado à felicidade e à harmonia.

O prateado ou cor prata é uma cor associada ao moderno, às novas tecnologias, à novidade, à inovação.

O Dourado ou cor ouro está simbolicamente associado ao ouro e à riqueza, a algo majestoso.

Zeitgeist o Filme

(Zeitgeist, the Movie, no original) é um filme de 2007 produzido por Peter Joseph, aborda temas como Cristianismo, ataques de 11 de setembro e o Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve).Ele foi lançado online livremente via Google Video em Junho de 2007. Uma versão remasterizada foi apresentada como um premiere global em 10 de novembro de 2007 no 4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards.

Em 2 de Outubro de 2008 foi lançado um segundo filme, continuação do primeiro, chamado Zeitgeist:Addendum, onde se trata temas com a globalização, manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras, e aborda a atual insustentabilidade material e moral da humanidade, apresentando o Projeto Vênus como solução para o problema.

O filme é estruturado em três seções:
• Primeira parte: "The Greatest Story Ever Told" ("A maior história já contada") - Aos 00:13 min
• Segunda parte: "All The World's A Stage" ("O mundo inteiro é um palco") - Aos 00:40 min
• Terceira parte: "Don't Mind The Men Behind The Curtain" ("Não se importem com os homens atrás da cortina")- Aos 01:14 min*
• Primeira Parte: The Greatest Story Ever Told (A maior história alguma vez contada)
• A primeira parte do filme é uma avaliação crítica da religião com principal incidência no cristianismo. O filme sugere que Jesus seja um híbrido literário e astrológico e que a bíblia trata de uma miscelânea de histórias baseadas em princípios astrológicos pertencentes a civilizações antigas (Egito, especialmente). A atenção do filme se foca inicialmente no movimento do Sol e das estrelas, fato este que é uma das características das religiões "pagãs" (pré-cristãs). É então apresentada uma série de semelhanças entre a história de Jesus e a de Hórus, o "deus Sol" egípcio que partilha de todos os predicados do messias cristão. Há referência sobre o papel de Constantino na formação da Igreja e seus dogmas.

Segunda Parte: All The World's a Stage (O mundo inteiro é um palco)


A segunda parte do filme foca-se nos ataques de 11 de setembro de 2001. O filme sugere que o governo dos Estados Unidos tinha conhecimento destes ataques e que a queda do World Trade Center foi uma demolição controlada pelo próprio Governo norte-americano. O filme assegura que a NORAD, entidade responsável pela defesa aérea dos Estados Unidos, tinha sido propositadamente baralhada no dia dos ataques com exercícios simulados em que os Estados Unidos estavam a ser atacados por aviões seqüestrados, justamente na mesma área dos reais ataques; mostra dezenas de testemunhas e reportagens que sugerem que as torres ruiram não por causa dos aviões, mas por explosões internas e sabotagens; demonstra as ligações entre a família Bush e a família Bin Laden, parceiros comerciais de longa data, entre outras teorias intrigantes e alarmantes acerca da política mundial atual.

Terceira Parte: Don't Mind The Men Behind The Curtain (Não se importe com os homens por detrás da cortina)

A terceira parte do filme focaliza-se no sistema bancário mundial, que supostamente tem estado nas mãos de uma elite de famílias burguesas que detém o verdadeiro poder sobre todos os países a eles associados, e na sua conspiração para obter um domínio mundial total eles tem modelado toda a mídia e cometido diversos crimes, muitos deles encenações para fins ocultos. O filme denuncia que o Banco Central dos Estados Unidos da América foi criado para roubar a riqueza dos Estados Unidos e também demonstra, como exemplo, o lucro que foi obtido pelos bancos durante a Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra do Vietnã, Iraque, Afeganistão, e a futura invasão à Venezuela para obtenção de petróleo e comércio de armamento. O filme descreve a conspiração destes banqueiros, argumentando que o objetivo deles é o controle sobre toda a raça humana através da implantação de um chip localizador e identificador através do qual todas as operações e interações humanas serão realizadas, escravizando por fim a humanidade. Estão secretamente criando um governo unificado, com exército unificado, moeda unificada, e poder unificado, e que servirá apenas aos interesses dessa elite. Segundo o filme, o aspecto mais impressionante disso tudo é que tais mudanças serão aceitas pelo próprio povo naturalmente, pois está sendo manipulado pela mídia, que distrai a população dos assuntos importantes e pertence à elite.


FILME 1


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O Evangelho Proibido de Judas

Sinopse:

Documentário produzido pela National Geographic Channel, onde diz tudo sobre o suposto Evangelho de Judas, que foi encontrado na década de 80, mas só a partir do ano de 2006, é que começaram as pesquisas e as traduções.

O Tal Evangelho contradiz muitas coisas que a Bíblia informa sobre Cristo.

Pode um achado arqueológico mudar sua Fé? Baixe, assista e tire suas Conclusões!

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sábado, 10 de outubro de 2009

Como fazer um currículo

Serão apresentados os aspectos mais importantes na hora de se elaborar um currículo. Também conhecido como CV, ou curriculum vitae (do latim, trajetória de vida), este documento reúne informações relevantes sobre alguém que se candidata a um emprego ou a um curso em alguma instituição de ensino. Dependendo do propósito, um currículo pode incluir[1]:

• Identificação pessoal: nome, data de nascimento, filiação, endereço (freguesia, concelho, distrito, cidade, estado, rua, número da residência), bilhete de identidade ou RG, data de emissão, número de contribuinte, CPF, estado civil, telefone(s), correio-electrónico (e-mail);
• Habilitações académicas;
• Habilitações profissionais;
• Situação profissional actual;
• Formação educacional recebida: série ou ano escolar até o qual estudou, se fez graduação, pós-graduação (incluindo mestrado e/ou doutorado) ;
• Experiência como formador;
• Outras funções relevantes de natureza administrativa / científica / pedagógica;
• Publicações, comunicações ou projectos.

Levando em conta que a realidade de cada empresa é distinta, é muito provável que cada uma tenha exigências ou preferências específicas quanto a quais dos itens acima são obrigatórios em um currículo, quais são opcionais, e quais não devem ser incluídos de forma alguma. Para saber o que colocar em um currículo, o melhor é se informar antes sobre a instituição na qual está procurando uma vaga.

O que não colocar em um currículo

Um currículo muito extenso nem sempre é bem visto pelas empresas, por isso, tente ser breve na apresentação.

Nunca entre em detalhes pessoais como por exemplo: time que torce, gosto musical, religião, entre outros. Informações que não irão agregar e nem sequer diferenciá-lo dos concorrentes. Deixe os detalhes para a hora da entrevista.

Site para Ajuda: http://www.efetividade.net/2007/09/07/como-fazer-seu-curriculo-modelos-originais-de-curriculum-vitae-e-dicas-de-preenchimento/

Gestão de Carreira

Existe hoje, nas universidades, uma grande preocupação em inserir no mercado de trabalho os novos profissionais que estão se formando. Muitos destes, são estudantes de cursos cujos mercados encontram-se saturados, como Engenharia, Direito e Psicologia. Outros estão se formando em novos cursos, tipo Design Ambiental, Engenheiro Ambiental e Biomédico, cuja dificuldade maior é identificar realmente qual é o mercado alvo e quem são seus potenciais clientes.

Todos estes futuros profissionais carecem de uma necessidade básica “como se inserir neste mercado de trabalho tão competitivo e complexo”. A resposta parece óbvia: através da gestão competente de suas carreiras, o chamado marketing pessoal.

A idéia de que um universitário só deve começar a se preocupar com a promoção de sua carreira no último ano de faculdade está totalmente superada. Esta tarefa precisa ser iniciada o quanto antes, desde o início de seu curso.

Ele deve começar a construir sua rede de relacionamentos, ou networking, ao longo de todo seu período acadêmico. Colegas de faculdade poderão vir a desempenhar um papel importante em sua carreira profissional. Professores da universidade serão fundamentais, pois poderão servir de fonte de indicação ou mesmo como mentores profissionais.

O estágio, que muitos estudantes consideram apenas como mais uma disciplina do currículo, na verdade, poderá ser decisivo em sua vida profissional. Nesta fase, o lado econômico do estágio é o menos relevante. Mais importante será a experiência adquirida e, principalmente, a rede de contatos profissionais que poderá criar. Sugerimos que o estudante procure fazer estágio em diversas empresas, para ampliar ao máximo sua área de conhecimento e contatos pessoais.

Mas vamos melhor entender o que significa marketing pessoal. Quais as principais competências e ferramentas de gestão que utiliza, e como se pode elaborar um plano funcional, de gestão de carreira, enquanto estiver na universidade.

Marketing pessoal

Podemos definir o marketing pessoal como um conjunto de ações, para gestão de uma carreira profissional, voltadas para a promoção pessoal e profissional. O objetivo principal será a inclusão no mercado de trabalho e a busca de sucesso profissional, através da projeção de suas qualificações e competências.
Principais competências necessárias

Podemos destacar 7 competências principais que devem ser desenvolvidas para promover sua imagem pessoal e profissional:

* capacidade de auto-motivação;
* criatividade;
* bom humor;
* relacionamento interpessoal;
* produção de conhecimento;
* liderança;
* capacidade de sonhar.

Juntas, estas competências farão uma grande diferença na carreira profissional. Aqueles que conseguirem desenvolvê-las melhor, certamente, terão maiores atrativos diante de uma empresa ou possível cliente.

Capacidade de manter-se motivado e bem humorado, mesmo diante de adversidades; de trabalhar em equipe; de liderar em momentos críticos e de desenvolver um ótimo relacionamento com colegas de trabalho; além de gerar conhecimentos úteis para sua organização e de ter sonhos. Tudo isto pode fazer de uma pessoa comum um grande profissional.

Principais ferramentas na gestão de uma carreira

Existe um conjunto de ferramentas que podem ser utilizadas de maneira fácil, simples e prática em um plano de marketing pessoal por um estudante universitário. Vamos discriminá-las a seguir:

* elaborar um plano estratégico de carreira;
* construir uma rede de relacionamentos;
* estudar as tendências de mercado;
* criar um programa de desenvolvimento de competências;
* promover seu plano estratégico no mercado.

Estas são as linhas gerais de um plano de marketing pessoal e gestão de carreira. Procuramos apresentar este conjunto de idéias de maneira suficientemente simples para que um estudante, mesmo sem experiência profissional anterior, possa adaptar estas ferramentas de gestão ao contexto de sua vida. Assim, poderá facilmente desenvolver estas ações no seu dia a dia, promovendo a gestão da própria carreira.

Site para Ajudar: http://www.dea.ufms.br/gestor/titan.php?target=openFile&fileId=127

Web 2.0

O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web --tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.

Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas.

Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados, como oferecido pelo Windows Live. Esta página da Microsoft, ainda em versão de testes, integra ferramenta de busca, de e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros.

Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing. Como o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polêmicas à parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos.

Confira um glossário da Web 2.0

AdSense: Um plano de publicidade do Google que ajuda criadores de sites, entre os quais blogs, a ganhar dinheiro com seu trabalho. Tornou-se a mais importante fonte de receita para as empresas Web 2.0. Ao lado dos resultados de busca, o Google oferece anúncios relevantes para o conteúdo de um site, gerando receita para o site a cada vez que o anúncio for clicado

Ajax: Um pacote amplo de tecnologias usado a fim de criar aplicativos interativos para a web. A Microsoft foi uma das primeiras empresas a explorar a tecnologia, mas a adoção da técnica pelo Google, para serviços como mapas on-line, mais recente e entusiástica, é que fez do Ajax (abreviação de "JavaScript e XML assíncrono") uma das ferramentas mais quentes entre os criadores de sites e serviços na web

Blogs: De baixo custo para publicação na web disponível para milhões de usuários, os blogs estão entre as primeiras ferramentas de Web 2.0 a serem usadas amplamente

Mash-ups: Serviços criados pela combinação de dois diferentes aplicativos para a internet. Por exemplo, misturar um site de mapas on-line com um serviço de anúncios de imóveis para apresentar um recurso unificado de localização de casas que estão à venda

RSS: Abreviação de "really simple syndication" [distribuição realmente simples], é uma maneira de distribuir informação por meio da internet que se tornou uma poderosa combinação de tecnologias "pull" --com as quais o usuário da web solicita as informações que deseja-- e tecnologias "push" --com as quais informações são enviadas a um usuário automaticamente. O visitante de um site que funcione com RSS pode solicitar que as atualizações lhe sejam enviadas (processo conhecido como "assinando um feed"). O presidente do conselho da Microsoft, Bill Gates, classificou o sistema RSS como uma tecnologia essencial 18 meses atrás, e determinou que fosse incluída no software produzido por seu grupo

Tagging [rotulação]: Uma versão Web 2.0 das listas de sites preferidos, oferecendo aos usuários uma maneira de vincular palavras-chaves a palavras ou imagens que consideram interessantes na internet, ajudando a categorizá-las e a facilitar sua obtenção por outros usuários. O efeito colaborativo de muitos milhares de usuários é um dos pontos centrais de sites como o del.icio.us e o flickr.com. O uso on-line de tagging é classificado também como "folksonomy", já que cria uma distribuição classificada, ou taxonomia, de conteúdo na web, reforçando sua utilidade

Wikis: Páginas comunitárias na internet que podem ser alteradas por todos os usuários que têm direitos de acesso. Usadas na internet pública, essas páginas comunitárias geraram fenômenos como a Wikipedia, que é uma enciclopédia on-line escrita por leitores. Usadas em empresas, as wikis estão se tornando uma maneira fácil de trocar idéias para um grupo de trabalhadores envolvido em um projeto.

Batismo de Sangue

Sinopse
No fim dos anos 60, um convento de frades torna-se um local de resistência contra a ditadura militar. Os freis Tito (Caio Blat), Betto (Daniel de Oliveira), Oswaldo (Ângelo Antônio), Fernando (Léo Quintão) e Ivo (Odilon Esteves) passam a apoiar o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, comandado por Carlos Marighella (Marku Ribas). Por isso, ficam na mira das autoridades policiais.

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Para baixar:
http://http://w14.easy-share.com/6420001.html

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

As Leis Universais




O objetivo não é emitir um conceito específico acerca de Deus, nem difundir uma nova ideologia ou pregar uma nova religião. Os textos aqui veiculados são, em sua maioria, livre interpretação dos escritores e responsáveis pelo Blog, acerca dos conteúdos estudados em suas pesquisas no campo do autoconhecimento. São, portanto; opiniões de caráter pessoal embasadas em uma análise interpretativa acerca dos segredos que envolvem a vida humana, englobando em seu contexto, um apanhado geral da sabedoria esotérica, oriunda das mais diversas civilizações. Não tem finalidade mística, nem religiosa, apesar de deixar transparecer aspectos relacionados a esses temas nas entrelinhas. Isso ocorre pelo fato de que é difícil falar acerca das Leis Universais de outra forma. Não se pode separar o material e o espiritual quando o assunto é autoconhecimento e evolução humana. Aliás, isso deveria ocorrer em todas as instâncias do conhecimento humano, já que as Leis são únicas em todas as instâncias da existência.


É compreensível tal divisão em nosso mundo onde os conceitos materialistas são acentuados constantemente por todos os meios sociais de comunicação, em detrimento das idéias espirituais sufocadas e aniquiladas. Nossa sociedade apagou o que de mais belo existe no homem em nome de uma mentira ilusória que limita a vida ao corpo denso e material. Entretanto; como a luz é irradiada para iluminar o caminho de cada um de acordo com a sua própria energia emanada, não convém discutir aqui as limitações humanas. Compete-nos apenas apresentar uma análise pessoal acerca de tais Leis para que cada um possa fazer a sua filtragem e raciocinar a respeito. E, por conta própria, recarregar e ampliar as energias de sua luz interna. A única coisa que podemos fazer sem causar nenhuma interferência no livre arbítrio de cada um será esboçar uma análise geral a respeito das Leis Universais e suas formas de ação.

Da mesma forma que o cientista da matéria estuda as leis universais em seu aspecto material, o pesquisador do espírito as analisa e as decifra a seu modo. E ambos chegam por caminhos totalmente distintos aos mesmos resultados; diferenciando apenas no que diz respeito ao contexto analisado por cada um. Vejam as semelhanças apresentadas pelos racionais e pelos místicos: "Toda ação produz uma reação", "O que está em cima é como o que está embaixo", "Assim na terra como nos céus". Estas sentenças encerram em seu conteúdo poderosas Leis que regem o Cosmos em seus mais diversos aspectos. Obviamente a materialista enxerga apenas o aspecto material de tais leis enquanto que o ser espiritualizado enxerga a dualidade matéria-espírito sobre a qual, de igual modo, operam Leis Cósmicas invariáveis. E o Iniciado, diferentemente do leigo, percebe que, do aparente caos provocado pela aplicação intrínseca de tais Leis, brota a harmonia absoluta. Tudo é regido sob o domínio destas Leis com "L" maiúsculo. O que está em cima é como o que está embaixo; disse Hermes. Assim na terra como no céu; disse o Mestre Sublime. O que está dentro, como o que está fora; podemos completar. Através da compreensão e conhecimentos de princípios de analogia, poderemos conhecer segredos universais poderosos.
No ser humano, em seu aspecto espiritual, determinadas Leis Universais operam de dentro para fora, gerando seu destino de maneira proporcional aos seus pensamentos, sentimentos, crenças e emoções. Longe de apregoar aqui que somos totalmente responsáveis por tudo o que nos ocorre. Também não nos atreveríamos a afirmar que é possível um controle total do nosso destino através do conhecimento e aplicação de tais Leis (seria possível se atingíssemos a perfeição, mas este não é nosso objetivo no momento). Perfeito; só Deus e n/ao poderemos jamais concorrer com ele à altura. No entanto, podemos afirmar com absoluta convicção que uma introspecção e um mergulho meticuloso e dirigido aos recônditos mais ocultos do nosso ser, pode proporcionar um crescimento e e uma evolução altamente benéfica em nossa vida, além das nossas maiores expectativas iniciais. Isso se faz através da busca pelo conhecimento de si mesmo, em sincronia com uma criteriosa aplicação das Leis Universais.

Vamos analisar alguns aspectos das leis universais em sua forma dupla (grosseira/espiritual):

A Lei da Gravidade:
A Lei da gravidade, em seu aspecto grosseiro, foi enunciada por Isaac Newton. O aprendiz a enxerga como o efeito visível de mais uma Lei Universal de grande significado. Isso porque além de manter os corpos celestes e terrestres em harmonia graças à sua força de atração, a Lei da Gravidade estabelece outros aspectos existenciais através da atração e repulsão de seres, circunstâncias e acontecimentos, de acordo com a nossa maneira de pensar. Noutras palavras; exercitamos a Lei da Gravidade em nosso mundo através de nossas emissões de vibrações. Atraímos e repelimos, de acordo com o nosso patamar energético.

A Lei da Dinâmica Celeste:
Há uma evidência de que no universo nada está parado. Estrelas, planetas, satélites e uma imensidão de corpos menores movimentam-se constantemente criando um universo permanentemente ativo e dinâmico. Mesmo nos corpos aparentemente inertes existe um movimento contínuo de partículas minúsculas. Em nossa experiência terrestre, notamos que o atrito proporcionado pelas partículas de ar e a gravidade agem freando o movimento dos corpos, de modo que é preciso sempre gastar determinada quantidade de energia para se realizar qualquer ação. Isso comprova que o Universo é dinâmico. O aprendiz, enxergando além dos aspectos mais grosseiros percebe a necessidade de haver um dinamismo constante para que haja evolução, crescimento, expansão. Por isso, sabe que se quiser manter-se sadio, feliz, harmonizado, tem de se movimentar continuamente em sintonia com a evolução do cosmos, aperfeiçoando-se sempre. Deve evitar o comodismo fazendo com que sua força de vontade sempre vença os obstáculos do caminho. Assim como não pode deixar que seu corpo se atrofie e pereça vítima do comodismo e da preguiça, deve aperfeiçoar os dons do espírito, trabalhando em prol das coisas boas e positivas.

A Lei da Ação e Reação:
Para toda força aplicada, existe outra de mesmo módulo, mesma direção e sentido oposto.
Isaac Newton

A frase acima foi proferida por Isaac Newton, célebre cientista inglês, famoso criador da Lei de Gravitação Universal, conhecida e aplicada até os nossos dias. Para ele, o objetivo de todo cientista era, antes de tudo, conhecer as leis universais para aplicação metodológica e racional.
Hoje; analisando a Leia da Ação e reação formulada por Newton no século XVII, vemos a grande realidade de que tudo no universo demonstra ser a mesma verdadeira e inexorável. Não é preciso ser cientista para perceber a veracidade do enunciado citado acima, por Newton.

Em uma linguagem simplista poderíamos dizer que uma ação de qualquer natureza produz uma reação correspondente. Todo homem a utiliza todo momento em sua vida. O simples fato de caminhar sobre a terra requer a execução de uma ação de força que empurra o planeta terra para trás. Como somos mais leves e menores, ocorre o inverso: somos empurrados à frente por nossa própria força. Ao levantarmos um objeto do solo, contrapomos a força da gravidade através da utilização de nossa própria força física: isso é uma ação. A reação diretamente correspondente seria a mudança de local ocasionada pelo deslocamento. Outra reação que poderíamos citar seria gasto de uma quantidade de nossa energia potencial armazenada. Em outras palavras: vivemos mergulhados em um universo que se compõe de uma teia de ações e reações sem as quais, nada existiria.

O ser humano mais espiritualizado ou melhor dizendo: de visão cósmica; sabe por intuição, observação e analogia que a Lei da Ação e Reação transcende o plano físico. Assim; compreende que ao conhecer e utilizar corretamente os princípios de ação e reação pode, de certa forma, controlar alguns aspectos de sua experiência de vida. Da mesma forma que um corpo físico sempre reage com força igual e em sentido contrário àquela aplicada sobre ele, podemos deduzir que todas as nossas ações provocam reações correspondentes, como resultado inexorável, de acordo com a Lei. Como espírito e matéria são dois aspectos de uma mesma realidade, ambos estão sob o jugo da Lei da Ação e Reação, também conhecida como Lei de Causa e Efeito.
Com base nesta análise, podemos deduzir que:
As reações produzidas pelos exercícios de nossas ações boas ou más nos torna receptores daquilo que outrora produzimos consciente ou inconscientemente. Dessa forma; recebemos de volta - muitas vezes multiplicado - aquilo que geramos.
Quanto mais estudamos as Leis Universais, mais percebemos a intrínseca relação entre matéria e espírito. Notamos que tudo faz parte de uma coisa só. E que essa Coisa, apesar de ser inatingível em sua amplitude, deixou pré-estabelecidos princípios e regras imutáveis os quais podemos aplicar com êxito em nossa experiência de vida.

É simples!
Basta emitir aquilo que desejamos receber.
Quer o que é bom?

Espalhe o bem! Sem reservas. E o Pai que está em secreto e tudo vê dará exatamente na medida daquilo que fizeres. Lembre-se sempre das palavras do Mestre Maior:
Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão no regaço; porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós.
Jesus Cristo

As Sete Leis Universais

Todo aquele que buscar aprender sobre o Ocultismo certamente terá contato com várias referências a Hermes Trimegisto. Chamado "Trimegisto" por ter sido três vezes grande: o maior dos reis, o maior dos sacerdotes e o maior dos filósofos. Sua história perde-se na noite dos tempos, havendo quem o veja como o deus Thot dos egípcios, o que o vincula ao "Livro de Thot", que chegou aos dias atuais em sua forma codificada nas lâminas e imagens do Tarot. Escreveu o "Caibalion", obra em que aponta as sete leis universais. O conteúdo de seus ensinamentos é assustadoramente atual, de modo que, seja um mito, seja um sábio da antiguidade, Hermes Trimegisto deixou-nos uma obra cuja grandiosidade repousa no caráter atemporal dos seus ensinamentos.

1. A Lei do Mentalismo

O Todo é Mente; o Universo é Mental.
A matéria mais e mais vai se firmando na concepção da ciência como um temporário feixe de forças. Um corpo sólido, mesmo considerando-se substâncias de grande dureza, como o diamante, é um imenso agregado de partículas formadas por partículas ainda menores e incrivelmente afastadas umas das outras. Grosso modo, o núcleo de um átomo seria como uma bola de futebol no centro do campo, girando os elétrons quais pequeninos grãos de chumbo pelas arquibancadas. Entre eles, o vácuo. Na verdade, para o estudioso do oculto é básico que esse vácuo acha-se todo preenchido por algo mais que o nada.
Se há uma coisa que não existe no Universo, é o nada.
As partículas físicas são extremamente pequenas e distanciam-se enormemente umas das outras, formando um sistema que se apóia num oceano infinito de natureza etérica. O meio etérico, que a ciência rejeita, constitui-se de matéria arranjada de tal forma que as partículas não são perceptíveis pelos instrumentos disponíveis aos pesquisadores terrenos. Ainda assim é matéria, submetida a padrões de atração e repulsão, dotada, pois, de inércia, conquanto não influenciada pelas forças comuns que atuam no plano da matéria física.
Seja como for, as partículas que compõem o átomo são as mesmas que se associam para formar estruturas no plano etérico. O que diferencia uma estrutura física sutil de uma estrutura etérica é o contexto das associações inter-particulares consoante arranjos de forças diferentes. Como a ciência ortodoxa desconhece esses arranjos e associações, não podendo captar a matéria etérica, nega sua existência.
Importante destacar que a Física Quântica desmistificou a dicotomia matéria-onda. Feixes de elétrons comportam-se como raios de luz quando suficientemente acelerados, inclusive difratando. A partícula pode ser concebida como uma curvatura extrema do espaço, algo assim como uma dobra puntiforme que corre pelo todo etérico.
Todo esse escorço é necessário para se abordar o fato de que a matéria física é o extremo inferior da realidade em termos de espectros de vibração. O Universo é composto de ondas cuja manifestação se dá tanto mais próximo da matéria física conforme menor é a freqüência das oscilações que a caracterizam.Por outro lado, freqüências progressivamente maiores levam o fenômeno para os estamentos mais elevados da existência.
O pensamento também é um fenômeno ondulatório.
Dota-se, pois, de padrões vibracionais, padrões esses que o caracterizam como mais ou menos elevado consoante o paradigma adotado. Sendo o pensamento a veiculação de energia ondulatória, interfere e sofre a interferência de outros fenômenos ondulatórios.
Tendo em vista que o pensamento esparge ondas que se propagam na veiculação da energia assim empregada, e considerando que mesmo a matéria física mais densa é um feixe de forças, temos que entre o pensamento e a matéria sólida há uma comunhão essencial suficiente a vincular um ao outro.
Essa é a base da Primeira Lei Universal. A comunhão da essência da matéria e o fenômeno mental implica na essência mental de todo o Universo. Como corolário, a criação, entendida aqui como a produção das estruturas dos planos existenciais, opera-se pela mente do Criador em interação direta com as partículas (dobras puntiformes do espaço).
Em dimensão reduzidíssima, o próprio homem, com seu pensamento, atua diretamente no meio etérico que o circunda, gerando formas nos fluidos. Por não ter ainda o controle suficiente dos próprios pensamentos, o homem gera formas-penssamentos de modo automático, por ressonância direta, desnudando o seu pensar por uma egrégora vibracional que o circunda. É a chamada co-criação em plano menor.
Veja-se que um ser de elevada estatura espiritual consegue interferir na própria matéria física, submetendo-a por sua vontade na conformidade de seu pensamento. A magia que ao homem parece mera fantasia onírica é mais verdadeira do que uma barra de ferro. A disciplina do pensamento, submetida a uma concentração de vontade bem dirigida, opera fenômenos maravilhosos por interação ondulatória do pensamento na estrutura também ondulatória da própria matéria. "O Todo é Mente; o Universo é Mental.".

2. A Lei da Correspondência

O que está em cima é semelhante ao que está embaixo, e o Que está embaixo é semelhante ao que está em cima.
A unicidade do todo universal determina que o macrocosmo e microcosmo estejam sob a regência das mesmas leis. No entanto, bem se deve destacar que se trata de semelhança e não de igualdade, já que a gravitação dos astros não se confunde com as forças que sustentam as partículas nos recônditos atômicos, não coabitando o mesmo tratamento matemático – é o que a física quântica esclarece. Impossível não reconhecer a grande semelhança em ambas as estruturas, de qualquer forma. Conquanto o esteio matemático seja distinto, as leis naturais que fazem os corpos e partículas se embalarem em órbitas são comuns tanto no estamento astronômico quanto no quântico.
Por outra, os fenômenos que se desdobram nos planos existenciais de freqüência mais elevada são projetados em harmônicos mais graves até mesmo no plano físico, na matéria densa. Invoca-se o que foi dito acerca da Lei do Mentalismo, afinando-se com a Lei da Correspondência uma vez que a natureza ondulatória do pensamento criador induz por ressonância o seu padrão mais grave nos planos menos elevados, fenômeno somente possível pela comunhão do íntimo ondulatório distinto em freqüência mas semelhante (correspondente) nos demais contornos.

3. A Lei da Vibração

Nada está parado; tudo se move; tudo vibra.
O Ocultismo tem por pressuposto que o vácuo não existe. O que a ciência ortodoxa denomina "vácuo", as ciências ocultas concebem como astral ou mental. Conquanto divirjam as ciências nesse ponto, é comum a elas que nada no Universo está parado. Tudo se move. O movimento é a pulsante vida de tudo o que existe. Planetas giram em torno de estrelas formando sistemas que, por si, movem-se também em torno de pontos gravitacionais no concerto da galáxia, esta também movendo-se no todo universal. No outro extremo dos fenômenos, partículas giram em torno de outras partículas, formando moléculas que movem-se em grandes velocidades. Mesmo os átomos de uma barra de ferro agitam-se continuamente ao embalo dos movimentos que compõem sua estrutura subatômica. Tudo vibra. O Universo é vivo e agita-se em todos os seus elementos estruturais. O pretenso vácuo da ciência ortodoxa é um infindável oceano do vivíssimo universo que se espraia pelo todo, com suas partículas (dobras puntiformes do espaço) e ondas agitando-se continuamente.
4. A Lei da Polaridade
"Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto;o igual e o desigual são a mesma
coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se
tocam; todas as verdades são meias verdades; todos os paradoxos podem ser
reconciliados."
A consciência espiritual vive em vários planos existenciais durante sua ascensão. Após muito tempo condicionando instintos no plano animal, adentra ao plano humano, passando pelo estado hominídeo, quando é apenas um pouco mais aprimorado que os demais primatas.De qualquer modo, ao debutar na consciência contínua o homem percebe o mundo à sua volta e exercita o aprendizado através da Dualidade. Só mesmo através de idéias opostas o homem pode compreender o plano existencial em que está inserido. Tudo em sua mente é percebido através de uma forte simetria de opostos. Quente e frio, alto e baixo, noite e dia, e assim por diante. Consoante a Filosófica Oculta, a Unidade se manifesta através do Binário, entendido esse como a Dualidade. A estrutura dialética é uma expressão dessa verdade universal – uma tese é contraposta por uma antítese, advindo do equilíbrio de ambas a síntese; ou seja, a síntese é a equivalência entre os extremos, desnudando-lhes a unicidade. Até mesmo nos fenômenos puramente físicas podemos ver a dualidade como síntese de extremos – seco / molhado -> úmido; frio / quente -> tépido. Em ambos os casos, na verdade, não existem os extremos como entidades próprias. De fato, não há propriamente o seco ou o molhado, tampouco o frio ou o quente, mas tão-somente gradientes da umidade ou do calor. Portanto, cuida-se de um único fenômeno desdobrado em aspectos opostos na concepção humana do todo.

5. A Lei dos Ciclos

"Tudo tem fluxo e refluxo; tudo ,em suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta
por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do
movimento à esquerda; o ritmo é a compensação."
Os fenômenos de ocorrência sucessiva dobram-se em ciclos fechados. Cada evento pode ser considerado único, porém sempre dentro de um contexto maior em que compõe um todo cíclico, que o abarca. Consoante já visto com a Lei da Vibração, tudo é movimento; é de se acrescentar que o movimento caracteriza também o transcorrer dos fenômenos, em trajetórias fechadas como círculos. Mas não apenas círculos fechados; na verdade, são círculos que progridem, eles próprios, em sucessões, assim como espirais. Ainda mais: as espirais, a bem da verdade, são formadas, não por círculos sucessivos, mas sim por esferas. O ciclo básico não é apenas um seguir de entes intermediários em um plano só, como a ponta de um compasso no plano do papel; a ponta do compasso gira no espaço, sucedendo nos vários planos concêntricos, Daí a idéia mais apropriada de esferas que se sucedem.
Os fenômenos que transcorrem no tempo, portanto, podem variar bastante, dando a idéia de eventos aleatórios. No entanto, nada é aleatório no Universo. Mesmo que os ciclos seguissem uma trajetória de um único círculo fechado, seria difícil perceber-lhes o todo, quanto mais tratando-se de ciclos que variam segundo as várias dimensões do espaço. Não é possível ao observador perceber em que momento do fenômeno está.
Ilustremos com um exemplo bastante primário. As marés constituem um fenômeno sucessivo cujo ciclo o homem gaba-se de conhecer. Não obstante, o comportamento das marés vem mudando ao sabor de alterações climáticas. Não se trata de um elemento externo que está desvirtuando o ciclo das marés, como o homem tende a admitir. Não. Ocorre que o ciclo das marés comunga da sucessão de uma universalidade de outros ciclos concomitantes e concêntricos, todos interdependentes e, ao mesmo tempo, passíveis de observação individualizada (desde que se saiba o que, quando e onde observar). Relevante dizer que, no exemplo simplista com que se busca ilustrar, a modificação do clima tem um de seus elementos causais nos ciclos da evolução humana, ciclos esses que trazem um período de predominância de razões econômicas para a produção industrial sem preocupações ambientais.

6. A Lei da Causa e Efeito

"Toda a Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com
a Lei; o Acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida; há muitos
planos de causalidade, porém nada escapa à Lei."
A Lei da Causa e Efeito é o corolário da Lei dos Ciclos. Os ciclos sucedem-se na Natureza, regendo os fenômenos físicos e espirituais ("Físico" e "Espiritual", consoante a Lei da Polaridade, são aspectos de uma realidade única, diferenciada por gradação do espectro de freqüência). Assim como o ciclo evolutivo amolda um período de predominância de razões econômicas para a produção industrial sem preocupações ambientais, os ciclos climáticos, dentre outros, progridem na mesma batuta, acompanhando, momento a momento, o ciclo evolutivo e tudo o mais. Equivale a dizer que as alterações climáticas têm relação de causa e efeito com o excesso de poluentes lançados na atmosfera.
Observando o fenômeno do desenvolvimento da consciência humana, os atos e atitudes do ser geram conseqüências para si e para outrem. Tão-logo o ciclo do desenvolvimento consciencial atinja o estágio da compreensão do caráter lícito ou ilícito de um ato, inicia-se o ciclo da responsabilidade do homem por tudo o que faça ou deixe de fazer. É a partir desse ponto que nasce o conceito de carma, referido aqui como conseqüência do ato realizado por livre escolha.

7. A Lei do Gênero

"O Genero está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino;
o gênero se manifesta em todos os planos."
Além dos ciclos e das polaridades que informam os fenômenos universais, a Lei do Gênero rege a natureza mais íntima da mônada que o Criador põe a se desenvolver desde o cristal até a angelitude. Os Princípios Masculino e Feminino estão presentes em todos os planos existenciais e podem ser concebidos como um ciclo imenso em que a mônada se desdobra, se aperfeiçoa, evolui, propiciando sucessivos ciclos menores durante cada uma das fases, masculina e feminina. Características masculinas ou femininas são perceptíveis mesmo nos corpos sólidos, conforme predominem a força (princípio masculino) ou a beleza (princípio feminino).
Como em tudo o mais, a masculinidade e a feminilidade são ciclos que se sucedem em vários níveis progressivos, de modo que tudo se vai tocando das características de um e outro. Um cristal de diamante é de beleza conhecida, ao mesmo tempo em que exibe imensa dureza. A alma humana tende à assimilação da Beleza tanto quanto da Força, indo para mais adiante com ambos os princípios. Difere da simples polaridade porque o masculino e o feminino não são aspectos, em cada momento, de uma mesma natureza; só assim será depois da assimilação plena de ambos os princípios. Masculino e Feminino não têm relação de tese e antítese, não se extraindo síntese de sua unicidade. Masculino e Feminino são contextos amplos em que vibra mais particularmente um gênero do que outro, somente unitários nos planos mais elevados da consciência.

Movie "The Secret"

O Segredo


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Continuação do Filme
Além do Segredo - O Segredo2 - Completo


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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Overclock

O overclock é um processo no qual a velocidade de componentes específicos de um computador pessoal são manualmente aumentadas, através de configurações e instruções diretas para o hardware. A melhora de desempenho que é atingida após o processo pode variar, mas entusiastas conseguem fazer componentes antigos funcionarem como os últimos lançamentos, assim como fazem as peças mais modernas superarem os limites da tecnologia atual.
O foco principal dos usuários que fazem overclock em seus PCs é no processador, na memória, no chipset da placa-mãe e na placa de vídeo. Cada um destes componentes tem um grau de sensibilidade diferente, e os efeitos máximos possíveis em cada peça de hardware variam, conforme parâmetros específicos de cada uma das peças, a respeito de tolerância a altas tensões, refrigeração e outros atributos estruturais.

Uma técnica perigosa

Estes fatores são cruciais no processo de overclock. Um usuário que não tem um bom conhecimento a respeito de seu hardware pode acabar danificando gravemente seu equipamento. Parâmetros que podem ser alterados no processo envolvem taxas de transferência de dados, multiplicadores de CPU e a velocidade do FSB (Front Side Bus) da placa mãe, entre outros.
Os danos que podem ser causados pelo processo podem ser graves a ponto de inutilizar uma peça de hardware. Alterações na voltagem de componentes são particularmente perigosas, pois podem causar danos físicos graves no equipamento, caso as tensões configuradas sejam maiores do que aquelas suportadas pela estrutura. Por isso, o usuário deve estar completamente ciente dos limites de overclock que seu equipamento suporta.
Obviamente, estes riscos são compensados pelas vantagens proporcionadas pelo overclock. O usuário precisa saber muito bem as capacidades de seu hardware, e este tipo de estudo pode acabar criando um interesse grande a respeito de tópicos avançados de computação e engenharia de hardware. O aprendizado em potencial a respeito destes assuntos é, ao mesmo tempo, uma necessidade e uma recompensa pelo interesse em overclock.
Outra vantagem é o fato de que as despesas em hardware podem ser diminuídas, ao comprar uma peça mais fraca e elevá-la às capacidades dos componentes mais modernos do mercado. Porém, esta diferença de preço pode acabar sendo gasta em equipamento de refrigeração e outras ferramentas específicas para overclock. Cabe ao usuário ter bom senso a respeito de suas finanças neste tipo de procedimento.

Um verdadeiro hobby

Qualquer usuário que já tenha navegado em um fórum de hardware também deve ter notado que existe uma comunidade muito grande de “overclockers” ao redor do mundo. Competições são freqüentemente realizadas, nas quais os competidores tentam levar seus computadores muito além de seus limites, recorrendo até mesmo a técnicas absurdas de refrigeração, como nitrogênio líquido. Isso demonstra que o overclock pode assumir até mesmo um aspecto de hobby, uma espécie de esporte, que, graças aos riscos estruturais para o hardware, pode ser considerado “radical”.
As desvantagens, conforme dito, são principalmente aquelas relativas à estrutura do hardware. Operar em níveis muito mais altos do que aqueles recomendados pelos desenvolvedores pode diminuir a vida útil de componentes, e danos relacionados a overclock geralmente não são cobertos por garantias fornecidas por fabricantes ou revendedores. Além disso, os sistemas de refrigeração, caso sejam baseados em ventoinhas, podem incomodar pelo ruído constante.
Os riscos de overclock são indiscutíveis, assim como as possíveis vantagens. Usuários que descobrem este mundo geralmente se empolgam e tornam-se fãs da técnica, mas, caso você se interesse, saiba que não é algo para os fracos de coração. É um mundo que exige conhecimento, paciência, habilidade e muita vontade de aprender e desafiar os limites físicos de seu equipamento, por mais arriscado que isto possa ser.

Bolo de chocolate com recheio de coco


Ingredientes

350g de farinha
250g de manteiga à temperatura ambiente
250g de açúcar
12 colheres (sopa) de leite
6 ovos (usei ovos grandes)
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colheres (sobremesa) rasas de fermento em pó (ou 1 colher de sopa rasa)
2 colheres (sopa) de cacau em pó (adicionei 2 colheres cheias para ficar mais escura)

Bata a manteiga com o açúcar, adicione as gemas uma a uma até obter um creme homogêneo. Adicione a essência de baunilha, a farinha peneirada com o fermento e o chocolate em pó. Misture muito bem. Bata as claras em neve e incorpore delicadamente à massa.

Para o recheio:

200g de coco ralado
200g de açúcar
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 claras
1 colher (sopa) de amido de milho
5 colheres (sopa) de creme de leite (usei leite comum mesmo)

Bata as claras em neve firme e adicione o resto dos ingredientes. Misture bem.
A mistura é bem granulosa, mas ela cresce enquanto assa e fica úmida!

Montagem:

Coloque metade da massa do bolo em uma forma untada e enfarinhada, espalhe o recheio de coco sobre ela (eu só espalhei, não pressionei) e cubra com a massa restante. Nivele a superfície com as costas de uma colher. Asse no forno preaquecido à 190C (aqui assei a 180oC por 55 minutos) até que ao se inserir a lâmina de uma faca em seu interior esta saía limpa. Desenforme e deixe esfriar numa grelha.

É possível cobrir o bolo com um glacê de chocolate depois que ele esfriar.

Bolinhos de chuva


Ingredientes

• 1 xícara de farinha de trigo
• 1 xícara de amido de milho
• 1/2 xícara de leite
• 2 ovos
• 4 colheres de açúcar
• 1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de Preparo
1. Bata o açúcar com os ovos e junte os demais ingredientes, em uma panela esquente o óleo e frite as colheradas em fogo baixo
2. Depois de frito passe os bolinhos em açúcar com canela

Mousse rápido de gelatina


Ingredientes

• 500 ml de água fervente
• 2 pacotes de gelatina qualquer sabor
• 1 lata de leite condensado
• 1 lata de creme de leite



Modo de Preparo

1. Dissolva a gelatina na água fervente
2. Bata no liquidificador a gelatina dissolvida, o leite condensado e o creme de leite, por aproximadamente 3 minutos
3. Coloque em uma vasilha de vidro com tampa e leve à geladeira por 3 horas, até que fique bem cremosa
4. É uma delícia

Receita de Bolo Pudim


Ingredientes
• Bolo:
• 1 colher (sopa) de fermento em pó
• ½ xícara (chá) de leite
• ½ xícara (chá) de chocolate em pó
• 1½ xícara (chá) de farinha de trigo
• 1 xícara (chá) de farinha de trigo
• 3 ovos (gemas e claras separadas)
• ½ xícara (chá) de manteiga

Calda:
• 1 xícara (chá) de açúcar

Pudim:
• 1 colher (chá) de essência de baunilha
• 2 xícaras (chá) de leite
• 1 lata de leite condensado
• 4 ovos

Preparo

Calda: coloque o açúcar numa panela e leve ao fogo baixo deixando derreter lentamente. Quando estiver dourado, junte 1 xícara (chá) de água fervente e mexa com uma colher de pau. Deixe ferver até dissolver os torrões de açúcar. Retire do fogo e espalhe numa fôrma redonda de furo central (22cm de diâmetro).

Bolo: bata na batedeira a manteiga, as gemas e o açúcar até formar um creme esbranquiçado. Acrescente a farinha, o chocolate, o leite e torne a bater para misturar bem. Desligue a batedeira. Bata as claras em ponto de neve, acrescente o fermento e despeje na massa. Misture delicadamente, até obter uma massa lisa e despeje na fôrma com a calda.

Pudim: bata no liquidificador, os ovos, o leite condensado, o leite e a essência de baunilha. Despeje delicadamente na fôrma, sobre a massa. Asse em banho-maria, no forno médio, pré-aquecido, por cerca de 1 hora e 30 minutos. Espere esfriar e desenforme em um prato grande.

Esse bolo tem que ser servido frio, da uma média de 12 porções, e o tempo de preparo é de 30 minutos.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Linux, Windows & Mac

O Windows, o Linux e o Mac OSX são sistemas operacionais equivalentes, mas cada um com suas características próprias. Todos possuem interfaces gráficas que permitem acessar os arquivos e editá-los, acessar a internet, ouvir músicas, assistir a vídeos, etc.

O Windows e o Mac OSX são sistemas operacionais "fechados", onde as empresas que os desenvolvem não divulgam informações internas sobre seu funcionamento, e você tem que usá-los como são, sem saber exatamente o que está acontecendo dentro do computador e sem poder mexer em muita coisa. Já o Linux é um sistema operacional "aberto", com seu código fonte disponível, e onde qualquer pessoa pode saber exatamente o que está acontecendo, mudar configurações editando simples arquivos de texto, e até mesmo alterar todo o sistema operacional ou os programas à vontade (basta saber programar). Não existe um único Linux, existem dezenas ou centenas de distribuições Linux, como Ubuntu, Mandriva, Red Hat, etc., cada uma com suas peculiaridades mas todas compartilhando o mesmo "kernel".

Quanto à segurança de cada sistema operacional, o Windows é o mais vulnerável, por "misturar" arquivos do usuário com arquivos do sistema, assim um programa rodado pelo usuário pode interferir e comprometer todo o sistema (como vírus e rootkits). Já o Linux e o Mac OSX (ambos seguindo estruturas derivadas do Unix) isolam os arquivos do usuário dos arquivos do sistema, desta forma impedindo que programas rodados pelo usuário afetem o sistema. Apesar de muito mais seguros, estes também não são 100% imunes a vírus, tudo depende da ação do usuário e de eventuais falhas do sistema operacional, mas em uso normal até mesmo dispensam o uso de antivírus.

OBS: 95% do Mundo usa Windows, ou seja existe muitos mais vírus para Windows do que para qualquer outro sistema operacional.Sendo que vírus para MAC só existem 2 ou 3 e todos tem Antivirus.Já o Linux é meio termo, existe sim vírus só que em menos quantidade do que o Windows e maior quantidade do que MAC pois muitas empresas usam o Linux até mesmo porque ele é de graça.

Não é simples dizer qual é o mais adequado para um usuário comum, todos possuem funções equivalentes. Para uso normal, como acessar a internet, escrever e-mails e documentos, manipular imagens, etc., todos desempenham estas funções maravilhosamente. A vantagem do Linux, a meu ver, é possuir milhares de programas de alta qualidade pré-configurados e totalmente gratuitos, para quase tudo que se queira fazer no computador, basta escolher na lista do instalador e clicar para baixá-los e instalá-los automaticamente. Mas uma desvantagem dele é que, por possuir uma base de usuários bem mais reduzida, não há muitas pessoas com conhecimento suficiente para resolver possíveis problemas de configuração.

Entre uma cópia pirata do Windows e um Linux, recomendo o Windows até mesmo porque existem vários técnicos em Windows, não são todos os proficionais de computação que sabem manusear o Linux.
O MAC só vem junto com os computadores da (Apple - Mac), e não existe em qualquer mercado ou loja a venda desse sistema operacional.

Bom se você puder comprar um computado da (Apple - Mac), cara vai em frente, esse sem duvida no meu ponto de vista é o melhor dos 3.
Se você não pode comprar um (Apple - Mac), então escolha o Windows, Linux só aconselho se você tiver uma empresa e não quer gastar dinheiros com licenças ai sim Linux vai te salvar.

Entendendo os executáveis do Windows

Neste artigo, apresento muitos executáveis que aparecem no gerenciador de tarefas do Windows causando dúvidas nos usuários. Quase sempre recebo e-mails de clientes e alunos com dúvidas sobre estes executáveis, como: “o lsass.exe é um vírus?” ou coisa assim, então espero tirar muitas destas dúvidas com este artigo. Boa leitura

EXPLORER.EXE
O Explorer é o executável que controla parte do ambiente gráfico do Windows, como barra de tarefas e ícones da área de trabalho, finalizá-lo no gerenciador, fará desaparecer vários itens do seu desktop. Para faze-lo voltar a funcionar, clique no botão “nova tarefa” e digite “explorer”.

DWM.EXE
Trata-se do executável responsável por gerir os efeitos gráficos do Windows Vista (exceto Vista starter e Home basic que não possuem efeitos gráficos). A composição final dos efeitos como o Aero Glass (transparência) e o Flip 3D (Janelas em cascata) são de responsabilidade deste arquivo, finalizá-lo, resultaria na paralisação dos efeitos gráfico do Windows Vista.

TASKMGR.EXE
Trata-se do próprio gerenciador de tarefas, ao tentar finalizá-lo note que o gerenciador de tarefas será fechado.

TASKENG.EXE
Este executável é um mecanismo do agendador de tarefas, não causará grandes problemas ser finalizado, mas se seu computador estiver configurado para executar tarefas de manutenção preventiva e atualizações agendadas, finalizar este processo não permitiria que fossem executados nas datas e horas configuradas.

SVCHOST.EXE
O svchost.exe serve para agrupar vários serviços em um único executável, ou seja, o SVCHOST é um grupo de serviços do sistema juntos. Da mesma forma pode carregar vários grupos, o que resultará em vários svchost.exe na lista de processos. Vários serviços são carregados simultaneamente em cada svchost, como serviço DHCP, cache de DNS, temas do Windows e etc.
No Windows XP e Vista podemos visualizar todos os serviços que o svchost.exe está agrupando com o comando “tasklist /svc” no prompt, finalizar este serviço resultaria em instabilidade do sistema ou mau funcionamento de programas, internet ou do próprio Windows.

RUNDLL.EXE
Para quem não conhece arquivos.dll (Dynamic Link Library ou Biblioteca de Ligação Dinâmica) citado em outro artigo, são arquivos usados para armazenar funções em comum de aplicativos para que possam ser acessadas a partir de múltiplas aplicações simultaneamente afim de reduzir a carga da memória RAM.
A questão é que o sistema não consegue carregar diretamente uma dll, o rundll32.exe é utilizado para lançar a funcionalidade das DLL´s, é um executável que faz parte do Windows, onde programas compartilham funções em comum.
O que pode ocorrer, é que este nome de processo pode ser usado por malwares, mas não quer dizer que o rundll represente uma ameaça.
Para o processo ser válido deve estar localizado em \Windows\system32\rundll32.exe, mas os spywares usam o mesmo nome do arquivo para se “camuflarem”, porém ficam em um diretório diferente.
Para saber se o arquivo RUNDLL do seu computador é uma aplicação válida do Windows, podemos usar o gerenciador de tarefas, na aba “processos” verificamos a procedência do rundll, basta clicar em “exibir” em seguida “selecionar colunas” e marcar a opção “linha de comando”. Agora o gerenciador de tarefas apresentará o caminho do processo, que deve ser \Windows\system32\rundll32.exe, caso apareça em outro diretório (como System ao invés de System32) este serviço não é o “original” do Windows, provavelmente é um spyware. Finalizar esta tarefa, finalizaria muitas dll´s, logo vários programas deixariam de funcionar corretamente.

DLLHOST.EXE

Outro executável do Windows responsável por gerir funções do Sistema operacional Microsoft Windows, um dos serviços residentes no DLLHOST é o IIS (Internet Information Services), também é comum alguns malwares usarem o dllhost como hospedeiro, mas a princípio não representa ameaça, basta ter um bom antivírus atualizado. Finalizar este processo pode causar a interrupção de aplicativos e serviços do sistema.

LSASS.EXE
O LSASS é uma função ou processo que faz parte do sistema operacional Microsoft Windows. Tem como função manter ativas as configurações de segurança do sistema, isso inclui acessos não autorizados e malwares (vírus)
É através do LSASS que os usuários administradores podem alterar ou criar novas senhas e arquivos usuário, e todas estas alterações são salvas nos logs de segurança do Windows. e o mesmo arquivo evita que pessoas não autorizadas executem funções administrativas no Windows. Este é um serviço que não pode ser finalizado por razões de segurança do sistema, mesmo que o usuário tente finalizá-lo, esta proteção existe para que malwares não possam finalizá-lo para tornar o computador vulnerável.

CSRSS.EXE
O processo csrss.exe é um processo existente no Windows NT/2000/XP que serve a gerir as janelas e os elementos gráficos de Windows. O Windows utiliza o subsistema csrss.exe no processo de gestão da maioria dos conjuntos de instruções gráficas no sistema operacional Microsoft Windows. O Csrss.exe como tal fornece as funções críticas do sistema operacional, e tentar finalizá-lo pode resultar em uma tela azul da morte.

Finalizando:
É claro que os executáveis que aparecem no gerenciador de tarefas varia muito de computador para computador, dependendo dos programas que estão instalados ou rodando no momento, como antivírus que aparecem na lista abaixo:

msseces.exe = Antivírus da Microsoft Security Essentials
ashAvast.exe = Antivírus Avast
avp.exe = Antivírus Kaspersky

Espero ter ajudado a “clarear” as dúvidas sobre o gerenciador de Tarefas do Windows.

Um abraço a todos.

domingo, 4 de outubro de 2009

Bolsa de valores

As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. No caso brasileiro, a BM&FBOVESPA S/A - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA) é a principal bolsa de valores, administrando os mercados de Bolsa e de Balcão Organizado. A diferença entre esses mercados está nas regras de negociação estabelecidas para os ativos registrados em cada um deles. A BM&FBOVESPA também é responsável por administrar o mercado de bolsa de derivativos e de futuros (saiba mais sobre esse assunto na seção "O que é Bolsa de Mercadoria e Futuros").

As bolsas de valores são também os centros de negociação de valores mobiliários, que utilizam sistemas eletrônicos de negociação para efetuar compras e vendas desses valores. No Brasil, atualmente, as bolsas são organizadas sob a forma de sociedade por ações (S/A), reguladas e fiscalizadas pela CVM. As bolsas têm ampla autonomia para exercer seus poderes de auto-regulamentação sobre as corretoras de valores que nela operam. Todas as corretoras são registradas no Banco Central do Brasil e na CVM.

A principal função de uma bolsa de valores é proporcionar um ambiente transparente e líquido, adequado à realização de negócios com valores mobiliários. Somente através das corretoras, os investidores têm acesso aos sistemas de negociação para efetuarem suas transações de compra e venda desses valores.

Após o recente processo de desmutualização das bolsas de valores no Brasil, o direito de transacionar valores mobiliários em uma bolsa foi desvinculado da propriedade de ações. Anteriormente, apenas as corretoras proprietárias de títulos patrimoniais podiam negociar em Bolsa.

As companhias que têm ações negociadas nas bolsas são chamadas companhias "listadas". Para ter ações em bolsas, uma companhia deve ser aberta ou pública, o que não significa que pertença ao governo, e sim que o público em geral detém suas ações. A companhia deve, ainda, atender aos requisitos estabelecidos pela Lei das S.A. (Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976) e pelas instruções da CVM, além de obedecer a uma série de normas e regras estabelecidas pelas próprias bolsas.

No passado, o Brasil chegou a ter nove bolsas de valores, mas atualmente a BM&FBOVESPA é a principal. A BM&FBOVESPA foi criada em maio de 2008 com a integração entre Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), tornando-se a maior bolsa da América Latina, a segunda das Américas e a terceira maior do mundo. Nela são negociados títulos e valores mobiliários, tais como: ações de companhias abertas, títulos privados de renda fixa, derivativos agropecuários (commodities), derivativos financeiros, entre outros valores mobiliários.

Funções das Bolsas de Valores
Os mercados de capitais são mais eficientes em países onde existem bolsas de valores bem estruturadas, transparentes e líquidas. Para que elas desempenhem suas funções, o ambiente de negócios do país tem que ser livre e as regras devem ser claras. Nestes contextos, as bolsas podem beneficiar todos os indivíduos da sociedade e não somente aqueles que detêm ações de companhias abertas. Veja, a seguir, quais são os benefícios gerados pelas bolsas de valores para a economia e a sociedade como um todo:
Levantando capital para negócios - As bolsas de valores fornecem um excelente ambiente para as companhias levantarem capital para expansão de suas atividades através da venda de ações, e outros valores mobiliários, ao público investidor.
Mobilizando poupanças em investimentos - Quando as pessoas investem suas poupanças em ações de companhias abertas, isto leva a uma alocação mais racional dos recursos da economia, porque os recursos - que, de outra forma, poderiam ter sido utilizados no consumo de bens e serviços ou mantidos em contas bancárias - são mobilizados e redirecionados para promover atividades que geram novos negócios, beneficiando vários setores da economia, tais como, agricultura, comércio e indústria, resultando num crescimento econômico mais forte e no aumento do nível de produtividade.
Facilitando o crescimento de companhias - Para uma companhia, as aquisições e/ou fusões de outras empresas são vistas como oportunidades de expansão da linha de produtos, aumento dos canais de distribuição, aumento de sua participação no mercado etc. As bolsas servem como um canal que as companhias utilizam para aumentar seus ativos e seu valor de mercado através da oferta de compra de ações de uma companhia por outra companhia. Esta é a forma mais simples e comum de uma companhia crescer através das aquisições ou fusões. Quando feitas em bolsas, as aquisições e fusões são mais transparentes e permitem uma maior valorização da companhia, pois as informações são mais divulgadas e há uma maior interação dos agentes envolvidos, tanto compradores quanto vendedores.
Redistribuindo a renda - Ao dar a oportunidade para uma grande variedade de pessoas adquirir ações de companhias abertas e, conseqüentemente, de torná-las sócias de negócios lucrativos, o mercado de capitais ajuda a reduzir a desigualdade da distribuição da renda de um país. Ambos os investidores - casuais e profissionais - , através do aumento de preço das ações e da distribuição de dividendos, têm a oportunidade de compartilhar os lucros nos negócios bem sucedidos feitos pelos administradores das companhias.
Aprimorando a Governança Corporativa - A demanda cada vez maior de novos acionistas, as regras cada vez mais rígidas do governo e das bolsas de valores têm levado as companhias a melhorar cada vez mais seus padrões de administração e eficiência. Conseqüentemente, é comum dizer que as companhias abertas são mais bem administradas que as companhias fechadas (companhias cujas ações não são negociadas publicamente e que geralmente pertencem aos fundadores, familiares ou herdeiros ou a um grupo pequeno de investidores). Os princípios de governança corporativa estão, cada vez mais, sendo aceitos e aprimorados.
Criando oportunidades de investimento para pequenos investidores - Diferentemente de outros empreendimentos que necessitam de grandes somas de capital, o investimento em ações é aberto para quaisquer indivíduos, sejam eles grandes ou pequenos investidores. Um pequeno investidor pode adquirir a quantidade de ações que está de acordo com sua capacidade financeira, tornando-se sócio minoritário (mesmo tendo participação percentual ínfima no capital da companhia), sem que tenha que ficar excluído do mercado de capitais apenas por ser pequeno. Desta forma, a bolsa de valores abre a possibilidade de uma fonte de renda adicional para pequenos poupadores.
Atuando como Termômetro da Economia - Na bolsa de valores, os preços das ações oscilam dependendo amplamente das forças do mercado e tendem a acompanhar o ritmo da economia, refletindo seus momentos de retração, estabilidade ou crescimento. Uma recessão, depressão, ou crise financeira pode eventualmente levar a uma queda (ou até mesmo uma quebra) do mercado. Desta forma, o movimento dos preços das ações das companhias e, de forma ampla, os índices de ações são um bom indicador das tendências da economia.
Ajudando no financiamento de projetos sociais - Os governos federal, estadual ou municipal podem contar com as bolsas de valores ao emprestar dinheiro para a iniciativa privada para financiar grandes projetos de infra-estrutura, tais como estradas, portos, saneamento básico ou empreendimentos imobiliários para camadas mais pobres da população. Geralmente, esses tipos de projetos necessitam de grande volume de recursos financeiros, que as empresas ou investidores não teriam condições de levantar sozinhas sem contar com a participação governamental. Os governos, para levantarem recursos, utilizam-se da emissão de títulos públicos. Esses títulos podem ser negociados nas bolsas de valores. O levantamento de recursos privados, por meio da emissão de títulos, elimina a necessidade (pelo menos no curto prazo) dos governos sobretaxarem seus cidadãos e, desta maneira, as bolsas de valores estão ajudando indiretamente no financiamento do desenvolvimento.

O que é Ibovespa?


O Índice Bovespa é um dos mais importantes indicadores do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro, na medida em que o índice procura representar o comportamento dos principais papéis listados e negociados na BOVESPA. Além disso, vale destacar que a credibilidade do IBOVESPA advém do fato do índice possuir uma longa história de integridade de sua série histórica, sem sofrer nenhum tipo de modificação metodológica desde a sua implementação em 1968.

Na prática o IBOVESPA é o valor atual, em moeda corrente de uma carteira teórica de ações constituída em 02 de janeiro de 1968, a partir da aplicação hipotética de 100 unidades monetárias da época. A metodologia do índice assume o pressuposto de nenhum investimento adicional foi efetuado, considerando-se somente os ajustes efetuados em decorrência da distribuição de proventos pelas empresas emissoras – dividendos, bonificações, juros de capital próprio, etc. Assim, o índice reflete as variações de preços das ações e o impacto da distribuição dos proventos, se traduzindo num medidor que reflete o retorno total da carteira de ações que ele representa. Em outras palavras, o Índice Bovespa reflete o comportamento médio das principais ações negociadas no mercado à vista nos pregões da BOVESPA, servindo como um dos indicadores médio do comportamento do mercado acionário.

Em termos de representatividade, o IBOVESPA busca apresentar uma configuração que espelhe com a máxima fidelidade o real comportamento das ações negociadas no mercado à vista. Assim, as ações componentes da carteira teórica do IBOVESPA são responsáveis por mais de 80% do número de negócios e do volume financeiro no mercado à vista da BOVESPA. Além disso, as empresas emissoras das ações integrantes da carteira teórica representam, em média, cerca de 70% do somatório da capitalização de todas as empresas listadas na BOVESPA.

A carteira teórica do IBOVESPA é formada pelas ações que atenderam cumulativamente aos seguintes critérios, com relação aos doze meses anteriores à formação da carteira: i) estar incluída em uma relação de ações cujos índices de negociabilidade somados representem 80% do valor acumulado de todos os índices individuais; ii) apresentem participação, em termos de volume, superior a 0,1% do total; iii) ter sido negociada em mais de 80% do total de pregões do período. Dentro dessa metodologia, a cada quadrimestre a carteira teórica do IBOVESPA é reavaliada, visando manter a sua representatividade ao longo do tempo. Em tais reavaliações, identificam-se as alterações na participação relativa de cada ação no índice, bem como sua permanência ou exclusão, além é claro, das novas inclusões. Vale destacar que as ações que não atenderem simultaneamente a dois dos três critérios definidos para a inclusão são excluídas do IBOVESPA. A carteira teórica tem vigência de quatro meses, vigorando para os períodos janeiro-abril, maio- agosto e setembro-dezembro.

A Bolsa de São Paulo calcula o índice em tempo real, considerando os preços dos últimos negócios efetuados no mercado à vista com ações componentes da sua carteira, sendo divulgado pela rede de difusão da própria bolsa e por terceiros, sendo possível, dessa forma, acompanhar on line seu comportamento. Atualmente, a carteira do IBOVESPA é composta por 54 ações, sendo Petrobrás, Vale, Usiminas, Telemar, CSN, Gerdau S.A, Caemi e Bradesco as que possuem maior peso na composição do índice.

Fundos DI: O custo do fundo DI
Hoje em dia há um enorme número de fundos de investimento. Predominam os fundos que investem em títulos de dívida de empresas, bancos e, principalmente, do governo. São os chamados fundos de renda fixa, embora o nome não corresponda muito bem aos títulos que de fato compõem tais fundos. Foi o tempo em que a maioria dos títulos de dívida realmente ofereciam uma “renda fixa” no mercado brasileiro.

Atualmente, o rendimento da maioria dos títulos é determinado somente no seu vencimento ou no aniversário de pagamento do rendimento, quando é calculado o juro segundo uma fórmula pré-estipulada, que pode envolver índices de inflação, a variação do dólar ou, na maior parte dos casos, o valor acumulado de uma taxa de juros, como as taxas DI ou SELIC.

A maior parte dos fundos brasileiros investe somente em ativos de renda fixa, que constituem mais de 90% do patrimônio agregado dos fundos de investimento. Os fundos referenciados ao DI são o tipo mais popular de fundo de renda fixa.

Os fundos DI são oferecidos por grande parte dos administradores de investimento, particularmente por aqueles ligados aos grandes bancos. Pode-se dizer, sem exagero, que o fundo DI é a espinha dorsal da indústria de fundos brasileira. Ainda assim, há alguns mal entendidos a respeito deles.

Por exemplo, os investidores muitas vezes não sabem que as taxas de administração cobradas pelos fundos variam muito entre instituições e, principalmente, na mesma instituição. Os investidores podem, também, não notar que os fundos DI são muito parecidos entre si. Os fundos investem, predominantemente, em títulos do Tesouro Nacional que oferecem taxas pós-fixadas, atreladas à taxa SELIC, em títulos privados pós-fixados, como os CDB emitidos pelos bancos, com remuneração atrelada à taxa do CDI.

A taxa de administração difere entre fundos de uma mesma instituição em função do tipo de público a que se destina o fundo. Por exemplo, fundos DI com investimento mínimo elevado cobram taxas de administração mais baixas do que fundos DI que permitem investimento mínimo baixo, como é o caso dos fundos DI disponíveis para os clientes de varejo bancário, particularmente para pequenos poupadores. Entretanto, a taxa de administração faz muita diferença no longo prazo. Elas podem variar de menos de 0,5% ao ano até mais do que 4% ao ano para fundos DI.

Na realidade, não há vários fundos DI em uma mesma instituição. De fato, os fundos comercializados investem em quotas de um grande fundo DI administrado pela instituição. Todos os investidores estão no mesmo avião, tanto os que pagam menos de 0,5%, quanto os que pagam mais de 4%. Só que cada um pagou um valor diferente pela viagem. Portanto, você deve estar sempre atento à oportunidade de trocar de fundo, passando a pagar uma taxa de administração mais baixa.

A conta investimento facilitou esta troca. Se você investe em fundos DI, veja seu saldo e converse com a sua instituição financeira. Pode haver a possibilidade de pagar uma taxa de administração menor sem que você seja penalizado por esta troca. Se você pensa em investir em fundos DI, examine as taxas de administração cobradas e o investimento mínimo dos fundos que lhe interessam. Sempre é possível juntar dinheiro temporariamente em um fundo que cobra taxas mais altas visando passar para o de taxa mais baixa assim que possível. Finalmente, em geral é verdade que as taxas cobradas por administradores de investimento ligados a grandes bancos sejam mais elevadas que as taxas cobradas por administradores independentes. Portanto, pesquise.

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