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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Windows 7

O Windows 7 (Windows Sete, em inglês: Windows Seven) (cujo codinome foi Blackcomb e Vienna), é a mais recente versão do Microsoft Windows, uma série de sistemas operativos produzidos pela Microsoft para uso em computadores pessoais, incluindo computadores domésticos e empresariais, laptops e PC's de centros de mídia, entre outros. Windows 7 foi lançado para empresas no dia 22 de julho de 2009, e começou a ser vendido livremente para usuários comuns às 00:00 horas do dia 22 de outubro de 2009, menos de 3 anos depois do lançamento de seu predecessor, Windows Vista. A versão do Windows 7 para servidores, chamada de Windows Server 2008 R2, tem previsão de lançamento mais ou menos no mesmo periodo que este.

Diferente de seu predecessor, que introduziu um grande numero de novidades, Windows 7 pretende ser uma atualização mais modesta e focalizada para a linha Windows, com a intenção de torná-lo totalmente compatível com aplicações e hardwares com os quais o Windows Vista já era compatível. Apresentações dadas pela companhia no começo de 2008 mostraram um "Shell" novo, com uma barra de tarefas diferente, um sistema de "network" chamada de "HomeGroup", e aumento na performance. Algumas aplicações que foram incluidas em lançamentos anteriores do Windows, como Calendário Windows, Windows Mail, Windows Movie Maker e Windows Photo Gallery não serão incluidos no Windows 7; alguns serão oferecidos separadamente como parte gratuito do Windows Live Essentials.

Recursos adicionados e melhorias

Steve Ballmer declarou que "ele será como o Windows Vista, mas muito melhor" em resposta à pergunta sobre a proximidade que ele teria com o sistema operacional atual. O Windows 7 deverá possuir os seguintes recursos:

* Interface gráfica aprimorada, com nova barra de tarefas e suporte para telas touch screen e multi-táctil (multi-touch)
* Internet Explorer 8
* Novo menu Iniciar
* Nova barra de ferramentas totalmente reformulada
* Comando de voz (inglês)
* Leitura nativa de Blu-Ray e HD DVD
* Gadgets sobre o desktop, independentes da Sidebar
* Novos papéis de parede, ícones, temas etc.
* Conceito de Bibliotecas (Libraries), como no Windows Media Player, integrado ao Windows Explorer
* Arquitetura modular, como no Windows Server 2008
* Faixas (ribbons) nos programas incluídos com o Windows (Paint e WordPad, por exemplo), como no Office 2007
* Aceleradores no Internet Explorer 8
* Aperfeiçoamento no uso da placa de vídeo e memória RAM
* UAC personalizável
* Home Groups
* Melhor desempenho
* Windows Media Player 12
* Nova versão do Windows Media Center
* Gerenciador de Credenciais
* Boot otimizado e suporte a boot de VHDs (HDs Virtuais)
* Instalação do sistema em VHDs
* Nova Calculadora, com interface aprimorada e com mais funções
* Reedição de antigos jogos, como Espadas Internet, Gamão Internet e Internet Damas.
* Windows XP Mode
* Aero Shake

Recursos removidos
Apesar do Windows 7 conter muitos novos recursos, um número de capacidades e certos programas que faziam parte do Windows Vista não estão mais presentes ou mudaram, resultando na remoção de certas funcionalidades. Mesmo assim, devido ao fato de ainda ser um sistema operacional em desenvolvimento, nem todos os recursos podem ser definitivamente considerados excluídos. Segue-se uma lista de recursos que estavam presentes no Windows Vista mas foram removidas no Windows 7 Beta:

* Muitas ferramentas da interface gráfica, incluindo:
o O miniplayer do Windows Media Player foi substituído pelo novo recurso Jump list
o Fixar navegador de internet e cliente de e-mail padrão no menu Iniciar e na área de trabalho (programas podem ser fixados manualmente)
o A capacidade de desabilitar o agrupamento dos botões similares na barra de tarefas
o Exibição do número de botões combinados na barra de tarefas[carece de fontes?]
o A capacidade de desligar a pré-visualização das janelas na barra de tarefas
o Advanced search builder UI.
o A capacidade de desabilitar a propriedade "Sempre no topo" da barra de tarefas
o O menu de contexto dos botões da barra de tarefas foi substituído por Jump Lists, assim as opções Restaurar, Mover, Tamanho, Minimizar e Maximizar foram movidas para o menu de contexto da respectiva miniatura da janela
o Expandir a área de notificação horizontalmente (ícones aparecem em uma nova mini-janela)
* Alguns recursos do Windows Media Player:
o Editor de tags avançadas
o Colar arte do Álbum
o Recentemente adicionada Auto playlist
* Windows Photo Gallery, Windows Movie Maker, Windows Mail e Windows Calendar foram substituídos pelas suas respectivas contrapartes do Windows Live, com a perda de algumas funcionalidades.
* Os filtros da web e relatório de atividades foram removidos da ferramenta de controle parental. Essas funcionalidades foram substituídas pelo Windows Live Family Safety
* Os protetores de tela Aurora, Windows Energy e Windows Logo
* Software Explorer do Windows Defender
* Gerenciador de mídias removíveis
* Windows Meeting Space
* InkBall
* O teclado numérico do Teclado Virtual
* Microsoft Agent 2.0 Technology
* Windows Sidebar (substituído por Desktop Gadget Gallery)

sábado, 10 de outubro de 2009

Web 2.0

O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web --tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.

Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas.

Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados, como oferecido pelo Windows Live. Esta página da Microsoft, ainda em versão de testes, integra ferramenta de busca, de e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros.

Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing. Como o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polêmicas à parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos.

Confira um glossário da Web 2.0

AdSense: Um plano de publicidade do Google que ajuda criadores de sites, entre os quais blogs, a ganhar dinheiro com seu trabalho. Tornou-se a mais importante fonte de receita para as empresas Web 2.0. Ao lado dos resultados de busca, o Google oferece anúncios relevantes para o conteúdo de um site, gerando receita para o site a cada vez que o anúncio for clicado

Ajax: Um pacote amplo de tecnologias usado a fim de criar aplicativos interativos para a web. A Microsoft foi uma das primeiras empresas a explorar a tecnologia, mas a adoção da técnica pelo Google, para serviços como mapas on-line, mais recente e entusiástica, é que fez do Ajax (abreviação de "JavaScript e XML assíncrono") uma das ferramentas mais quentes entre os criadores de sites e serviços na web

Blogs: De baixo custo para publicação na web disponível para milhões de usuários, os blogs estão entre as primeiras ferramentas de Web 2.0 a serem usadas amplamente

Mash-ups: Serviços criados pela combinação de dois diferentes aplicativos para a internet. Por exemplo, misturar um site de mapas on-line com um serviço de anúncios de imóveis para apresentar um recurso unificado de localização de casas que estão à venda

RSS: Abreviação de "really simple syndication" [distribuição realmente simples], é uma maneira de distribuir informação por meio da internet que se tornou uma poderosa combinação de tecnologias "pull" --com as quais o usuário da web solicita as informações que deseja-- e tecnologias "push" --com as quais informações são enviadas a um usuário automaticamente. O visitante de um site que funcione com RSS pode solicitar que as atualizações lhe sejam enviadas (processo conhecido como "assinando um feed"). O presidente do conselho da Microsoft, Bill Gates, classificou o sistema RSS como uma tecnologia essencial 18 meses atrás, e determinou que fosse incluída no software produzido por seu grupo

Tagging [rotulação]: Uma versão Web 2.0 das listas de sites preferidos, oferecendo aos usuários uma maneira de vincular palavras-chaves a palavras ou imagens que consideram interessantes na internet, ajudando a categorizá-las e a facilitar sua obtenção por outros usuários. O efeito colaborativo de muitos milhares de usuários é um dos pontos centrais de sites como o del.icio.us e o flickr.com. O uso on-line de tagging é classificado também como "folksonomy", já que cria uma distribuição classificada, ou taxonomia, de conteúdo na web, reforçando sua utilidade

Wikis: Páginas comunitárias na internet que podem ser alteradas por todos os usuários que têm direitos de acesso. Usadas na internet pública, essas páginas comunitárias geraram fenômenos como a Wikipedia, que é uma enciclopédia on-line escrita por leitores. Usadas em empresas, as wikis estão se tornando uma maneira fácil de trocar idéias para um grupo de trabalhadores envolvido em um projeto.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Overclock

O overclock é um processo no qual a velocidade de componentes específicos de um computador pessoal são manualmente aumentadas, através de configurações e instruções diretas para o hardware. A melhora de desempenho que é atingida após o processo pode variar, mas entusiastas conseguem fazer componentes antigos funcionarem como os últimos lançamentos, assim como fazem as peças mais modernas superarem os limites da tecnologia atual.
O foco principal dos usuários que fazem overclock em seus PCs é no processador, na memória, no chipset da placa-mãe e na placa de vídeo. Cada um destes componentes tem um grau de sensibilidade diferente, e os efeitos máximos possíveis em cada peça de hardware variam, conforme parâmetros específicos de cada uma das peças, a respeito de tolerância a altas tensões, refrigeração e outros atributos estruturais.

Uma técnica perigosa

Estes fatores são cruciais no processo de overclock. Um usuário que não tem um bom conhecimento a respeito de seu hardware pode acabar danificando gravemente seu equipamento. Parâmetros que podem ser alterados no processo envolvem taxas de transferência de dados, multiplicadores de CPU e a velocidade do FSB (Front Side Bus) da placa mãe, entre outros.
Os danos que podem ser causados pelo processo podem ser graves a ponto de inutilizar uma peça de hardware. Alterações na voltagem de componentes são particularmente perigosas, pois podem causar danos físicos graves no equipamento, caso as tensões configuradas sejam maiores do que aquelas suportadas pela estrutura. Por isso, o usuário deve estar completamente ciente dos limites de overclock que seu equipamento suporta.
Obviamente, estes riscos são compensados pelas vantagens proporcionadas pelo overclock. O usuário precisa saber muito bem as capacidades de seu hardware, e este tipo de estudo pode acabar criando um interesse grande a respeito de tópicos avançados de computação e engenharia de hardware. O aprendizado em potencial a respeito destes assuntos é, ao mesmo tempo, uma necessidade e uma recompensa pelo interesse em overclock.
Outra vantagem é o fato de que as despesas em hardware podem ser diminuídas, ao comprar uma peça mais fraca e elevá-la às capacidades dos componentes mais modernos do mercado. Porém, esta diferença de preço pode acabar sendo gasta em equipamento de refrigeração e outras ferramentas específicas para overclock. Cabe ao usuário ter bom senso a respeito de suas finanças neste tipo de procedimento.

Um verdadeiro hobby

Qualquer usuário que já tenha navegado em um fórum de hardware também deve ter notado que existe uma comunidade muito grande de “overclockers” ao redor do mundo. Competições são freqüentemente realizadas, nas quais os competidores tentam levar seus computadores muito além de seus limites, recorrendo até mesmo a técnicas absurdas de refrigeração, como nitrogênio líquido. Isso demonstra que o overclock pode assumir até mesmo um aspecto de hobby, uma espécie de esporte, que, graças aos riscos estruturais para o hardware, pode ser considerado “radical”.
As desvantagens, conforme dito, são principalmente aquelas relativas à estrutura do hardware. Operar em níveis muito mais altos do que aqueles recomendados pelos desenvolvedores pode diminuir a vida útil de componentes, e danos relacionados a overclock geralmente não são cobertos por garantias fornecidas por fabricantes ou revendedores. Além disso, os sistemas de refrigeração, caso sejam baseados em ventoinhas, podem incomodar pelo ruído constante.
Os riscos de overclock são indiscutíveis, assim como as possíveis vantagens. Usuários que descobrem este mundo geralmente se empolgam e tornam-se fãs da técnica, mas, caso você se interesse, saiba que não é algo para os fracos de coração. É um mundo que exige conhecimento, paciência, habilidade e muita vontade de aprender e desafiar os limites físicos de seu equipamento, por mais arriscado que isto possa ser.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Linux, Windows & Mac

O Windows, o Linux e o Mac OSX são sistemas operacionais equivalentes, mas cada um com suas características próprias. Todos possuem interfaces gráficas que permitem acessar os arquivos e editá-los, acessar a internet, ouvir músicas, assistir a vídeos, etc.

O Windows e o Mac OSX são sistemas operacionais "fechados", onde as empresas que os desenvolvem não divulgam informações internas sobre seu funcionamento, e você tem que usá-los como são, sem saber exatamente o que está acontecendo dentro do computador e sem poder mexer em muita coisa. Já o Linux é um sistema operacional "aberto", com seu código fonte disponível, e onde qualquer pessoa pode saber exatamente o que está acontecendo, mudar configurações editando simples arquivos de texto, e até mesmo alterar todo o sistema operacional ou os programas à vontade (basta saber programar). Não existe um único Linux, existem dezenas ou centenas de distribuições Linux, como Ubuntu, Mandriva, Red Hat, etc., cada uma com suas peculiaridades mas todas compartilhando o mesmo "kernel".

Quanto à segurança de cada sistema operacional, o Windows é o mais vulnerável, por "misturar" arquivos do usuário com arquivos do sistema, assim um programa rodado pelo usuário pode interferir e comprometer todo o sistema (como vírus e rootkits). Já o Linux e o Mac OSX (ambos seguindo estruturas derivadas do Unix) isolam os arquivos do usuário dos arquivos do sistema, desta forma impedindo que programas rodados pelo usuário afetem o sistema. Apesar de muito mais seguros, estes também não são 100% imunes a vírus, tudo depende da ação do usuário e de eventuais falhas do sistema operacional, mas em uso normal até mesmo dispensam o uso de antivírus.

OBS: 95% do Mundo usa Windows, ou seja existe muitos mais vírus para Windows do que para qualquer outro sistema operacional.Sendo que vírus para MAC só existem 2 ou 3 e todos tem Antivirus.Já o Linux é meio termo, existe sim vírus só que em menos quantidade do que o Windows e maior quantidade do que MAC pois muitas empresas usam o Linux até mesmo porque ele é de graça.

Não é simples dizer qual é o mais adequado para um usuário comum, todos possuem funções equivalentes. Para uso normal, como acessar a internet, escrever e-mails e documentos, manipular imagens, etc., todos desempenham estas funções maravilhosamente. A vantagem do Linux, a meu ver, é possuir milhares de programas de alta qualidade pré-configurados e totalmente gratuitos, para quase tudo que se queira fazer no computador, basta escolher na lista do instalador e clicar para baixá-los e instalá-los automaticamente. Mas uma desvantagem dele é que, por possuir uma base de usuários bem mais reduzida, não há muitas pessoas com conhecimento suficiente para resolver possíveis problemas de configuração.

Entre uma cópia pirata do Windows e um Linux, recomendo o Windows até mesmo porque existem vários técnicos em Windows, não são todos os proficionais de computação que sabem manusear o Linux.
O MAC só vem junto com os computadores da (Apple - Mac), e não existe em qualquer mercado ou loja a venda desse sistema operacional.

Bom se você puder comprar um computado da (Apple - Mac), cara vai em frente, esse sem duvida no meu ponto de vista é o melhor dos 3.
Se você não pode comprar um (Apple - Mac), então escolha o Windows, Linux só aconselho se você tiver uma empresa e não quer gastar dinheiros com licenças ai sim Linux vai te salvar.

Entendendo os executáveis do Windows

Neste artigo, apresento muitos executáveis que aparecem no gerenciador de tarefas do Windows causando dúvidas nos usuários. Quase sempre recebo e-mails de clientes e alunos com dúvidas sobre estes executáveis, como: “o lsass.exe é um vírus?” ou coisa assim, então espero tirar muitas destas dúvidas com este artigo. Boa leitura

EXPLORER.EXE
O Explorer é o executável que controla parte do ambiente gráfico do Windows, como barra de tarefas e ícones da área de trabalho, finalizá-lo no gerenciador, fará desaparecer vários itens do seu desktop. Para faze-lo voltar a funcionar, clique no botão “nova tarefa” e digite “explorer”.

DWM.EXE
Trata-se do executável responsável por gerir os efeitos gráficos do Windows Vista (exceto Vista starter e Home basic que não possuem efeitos gráficos). A composição final dos efeitos como o Aero Glass (transparência) e o Flip 3D (Janelas em cascata) são de responsabilidade deste arquivo, finalizá-lo, resultaria na paralisação dos efeitos gráfico do Windows Vista.

TASKMGR.EXE
Trata-se do próprio gerenciador de tarefas, ao tentar finalizá-lo note que o gerenciador de tarefas será fechado.

TASKENG.EXE
Este executável é um mecanismo do agendador de tarefas, não causará grandes problemas ser finalizado, mas se seu computador estiver configurado para executar tarefas de manutenção preventiva e atualizações agendadas, finalizar este processo não permitiria que fossem executados nas datas e horas configuradas.

SVCHOST.EXE
O svchost.exe serve para agrupar vários serviços em um único executável, ou seja, o SVCHOST é um grupo de serviços do sistema juntos. Da mesma forma pode carregar vários grupos, o que resultará em vários svchost.exe na lista de processos. Vários serviços são carregados simultaneamente em cada svchost, como serviço DHCP, cache de DNS, temas do Windows e etc.
No Windows XP e Vista podemos visualizar todos os serviços que o svchost.exe está agrupando com o comando “tasklist /svc” no prompt, finalizar este serviço resultaria em instabilidade do sistema ou mau funcionamento de programas, internet ou do próprio Windows.

RUNDLL.EXE
Para quem não conhece arquivos.dll (Dynamic Link Library ou Biblioteca de Ligação Dinâmica) citado em outro artigo, são arquivos usados para armazenar funções em comum de aplicativos para que possam ser acessadas a partir de múltiplas aplicações simultaneamente afim de reduzir a carga da memória RAM.
A questão é que o sistema não consegue carregar diretamente uma dll, o rundll32.exe é utilizado para lançar a funcionalidade das DLL´s, é um executável que faz parte do Windows, onde programas compartilham funções em comum.
O que pode ocorrer, é que este nome de processo pode ser usado por malwares, mas não quer dizer que o rundll represente uma ameaça.
Para o processo ser válido deve estar localizado em \Windows\system32\rundll32.exe, mas os spywares usam o mesmo nome do arquivo para se “camuflarem”, porém ficam em um diretório diferente.
Para saber se o arquivo RUNDLL do seu computador é uma aplicação válida do Windows, podemos usar o gerenciador de tarefas, na aba “processos” verificamos a procedência do rundll, basta clicar em “exibir” em seguida “selecionar colunas” e marcar a opção “linha de comando”. Agora o gerenciador de tarefas apresentará o caminho do processo, que deve ser \Windows\system32\rundll32.exe, caso apareça em outro diretório (como System ao invés de System32) este serviço não é o “original” do Windows, provavelmente é um spyware. Finalizar esta tarefa, finalizaria muitas dll´s, logo vários programas deixariam de funcionar corretamente.

DLLHOST.EXE

Outro executável do Windows responsável por gerir funções do Sistema operacional Microsoft Windows, um dos serviços residentes no DLLHOST é o IIS (Internet Information Services), também é comum alguns malwares usarem o dllhost como hospedeiro, mas a princípio não representa ameaça, basta ter um bom antivírus atualizado. Finalizar este processo pode causar a interrupção de aplicativos e serviços do sistema.

LSASS.EXE
O LSASS é uma função ou processo que faz parte do sistema operacional Microsoft Windows. Tem como função manter ativas as configurações de segurança do sistema, isso inclui acessos não autorizados e malwares (vírus)
É através do LSASS que os usuários administradores podem alterar ou criar novas senhas e arquivos usuário, e todas estas alterações são salvas nos logs de segurança do Windows. e o mesmo arquivo evita que pessoas não autorizadas executem funções administrativas no Windows. Este é um serviço que não pode ser finalizado por razões de segurança do sistema, mesmo que o usuário tente finalizá-lo, esta proteção existe para que malwares não possam finalizá-lo para tornar o computador vulnerável.

CSRSS.EXE
O processo csrss.exe é um processo existente no Windows NT/2000/XP que serve a gerir as janelas e os elementos gráficos de Windows. O Windows utiliza o subsistema csrss.exe no processo de gestão da maioria dos conjuntos de instruções gráficas no sistema operacional Microsoft Windows. O Csrss.exe como tal fornece as funções críticas do sistema operacional, e tentar finalizá-lo pode resultar em uma tela azul da morte.

Finalizando:
É claro que os executáveis que aparecem no gerenciador de tarefas varia muito de computador para computador, dependendo dos programas que estão instalados ou rodando no momento, como antivírus que aparecem na lista abaixo:

msseces.exe = Antivírus da Microsoft Security Essentials
ashAvast.exe = Antivírus Avast
avp.exe = Antivírus Kaspersky

Espero ter ajudado a “clarear” as dúvidas sobre o gerenciador de Tarefas do Windows.

Um abraço a todos.

domingo, 27 de setembro de 2009

Projeto Natal: o novo controle da Microsoft


Tom Cruise se antecipou ao Bill Gates no Minority Report


Veja a tecnologia que faz com que o videogame interprete faces, vozes e ainda visualize o jogador tridimensionalmente

O principal anúncio da Microsoft na E3 foi um sistema de controle que utiliza apenas detecção de movimento e reconhecimento de voz.
Diferente dos sistemas anteriores, como o PlayStation Eye e a Xbox Live Cam, que fazem apenas a leitura da silhueta da imagem captada por uma câmera, o Projeto Natal efetivamente consegue perceber espacialmente o jogador.

Basicamente, foi dada visão binocular ao console de videogame, conferindo a ele a capacidade de medir distâncias.

Segundo a Microsoft, o aparelho combina uma câmera colorida, sensor de profundidade, microfone e processador especial. Diferente de câmeras e controles 2D, o Project Natal acompanha o movimento do corpo do jogador tridimensionalmente, enquanto responde a comandos, instruções e até mesmo mudança de tom na voz.

A grande sacada do sistema é o processamento independente do que o aparelho capta. Uma CPU embutida no aparelho trata as informações e as manda como instruções simples para o videogame. Na prática, isso desafoga o videogame, que pode se concentrar em fazer o processamento do game ou simulação que está rodando, sem gastar ciclos de processamento na interpretação da enorme quantidade de dados gerada pelo Projeto Natal.

Nas demos que foram apresentadas, o sistema de detecção não só funcionava em tempo real, sem atrasos entre a ação do jogador e a ação na tela, como também tudo fluia perfeitamente mesmo em situações de jogo real. Burnout, um game de corrida extremamente dinâmico, foi modificado para processar as informações do Projeto Natal.

Em simulações, o sistema permitiu que se interagisse com Milo, um menino virtual que entendia expressões faciais, inflexões na voz e interagia com objetos que o jogador exibia. Em um certo momento, um desenho foi feito no papel e, como em um passe de mágica, digitalizado e passado para dentro do ambiente virtual. O menino digital identificou a cor do desenho, a forma (um peixe) e imediatamente fez a associação com um pequeno lago que havia por perto, convidando o jogador a explorá-lo.

Interações dessa profundidade só foram possíveis até então em laboratório, utilizando hardware muito caro. E ainda assim , o resultado nem se aproxima da simplicidade e elegância que o Projeto Natal apresentou.

O sistema foi batizado com o nome da capital do Rio Grande do Norte, cidade querida de um dos responsáveis pelo projeto. O brasileiro Alex Kipman, nascido em Curitiba, no Paraná, é uma das mentes por trás do revolucionário controle. Ele, ao lado de Don Mattrick, ex-presidente da Electronic Arts e atual chefe da divisão de videogames da Microsoft, decidiram dar um passo além do que o Wii oferece, tirando os controles físicos da equação e transformando o ato de jogar em uma atividade muito mais orgânica e intuitiva.

Se chegar ao mercado por um preço adequado, algo em torno de US$ 100, é bem possível que a Microsoft cause enormes danos à liderança atual da Nintendo. O fim de ano de 2010, quando o aparelho já estará à venda e diversos jogos já utilizarão suas capacidades, será decisivo.

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Bill Gates confima Projeto Natal para PC
Tecnologia de captura de movimentos não será exclusividade do Xbox 360

Todos gostaríamos de parecer bobos na frente do computador, não? Agora, isso não será um luxo só dos usuários do XBox 360. Bill Gates, o eterno chefão da Microsoft, basicamente confirmou que o Projeto Natal virá para PC também! Em uma entrevista à CNET, o homem do Windows disse que o periférico de captura de movimentos não é só para games, mas para "consumidores de mídia como um todo".

Gates disse que as divisões do Windows e do Xbox já testaram a tecnologia e ainda menciona seu uso em escritórios - não, ele não falou "Office", mas sim "office", ou seja, escritório. Prepare-se para levar muitos tapas involuntários enquanto estiver gesticulando para mover uma célula para outra coluna no Excel em seu local de trabalho.

Confira como é o Projeto Natal no vídeo abaixo, durante a demonstração com o XBox 360 na feira de games E3 em junho passado:

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Projeto Natal porque foi um Brasileiro de Natal que desenvolveu essa tecnologia.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Hardware II

Plasma ou LCD, qual a melhor tecnologia?

Nas lojas de eletrodoméstico e eletroeletrônico elas se destacam facilmente, as TVs de Plasma e LCD com telas finas e designs modernos, ameaçam aposentar nossa antiga TV de tubo.

Inicialmente ter uma tv de Plasma ou LCD era sinal de luxo, pois tinha preço elevado e ficava inacessível para a grande maioria. Mas hoje o preço caiu, e elas estão com preço cada dia mais atraentes!
Mas você sabe qual a diferença entre elas, ou qual a melhor tecnologia?

Bom, vamos lá!

O plasma funciona como milhares de lâmpadas fosforescentes em miniatura, quando carregadas, elas emitem gases de luz ultravioleta que em contato com o fósforo geram a imagem. Dessa forma os pixels só são acesos somente quando necessário.

O LCD funciona como se uma lâmpada de luz branca e brilhante estivesse acesa o tempo todo por trás da tela, e cada pixel permite ou não a passagem da luz.

Na prática isso significa o seguinte, as TVs de plasma emitem menos luz e por isso acabam tendo imagens mais opacas se colocadas em ambientes externos ou bem iluminados. Já a LCD, pelo fato de emitirem mais luz, levam vantagem nessa situação.

Algumas Características:

LCD

-Pode ser usada em ambientes muito claros, como entrada de hotéis, feiras, e algumas residências onde tenha mais luminosidade.

Plasma

-Usada em ambientes mais escuros, para hometeather é a melhor opção.

-Pelo fato de emitir pouca luz, as cores acabam se tornando mais vivas.

Em média essas tecnologias duram em torno de 100 mil horas (33 anos) sem perder qualidade de cor e imagem.

Em relação a consumo de energia, antigamente a LCD consumia bem mais, mas hoje as duas consomem praticamente a mesma coisa.

É fato que tanto o Plasma quanto o LCD não param de evoluir, qual a melhor?
Para essa pergunta os especialistas são unânimes! Quando o ambiente é controlado com luz ajustada para assistir TV, o Plasma tem desempenho superior, o problema é que quase ninguém tem um ambiente assim tão perfeito em casa, ai o LCD acaba levando uma ligeira vantagem justamente por emitir mais luz.

Como deu para notar, escolher entre uma tecnologia e outra não é uma tarefa tão fácil assim. A dica é que quando você for comprar a TV fique atento a todas essas características, escolhendo assim a tecnologia correta de acordo com seu ambiente de uso.

Bom esse foi meu primeiro POST, baseado em um estudo feito pelo “Olhar Digital”

Vírus Conficker

Entenda a ameaça do vírus Conficker

O vírus Conficker, também conhecido por nomes como Downadup e Tall-Ad, foi programado para um intenso ataque mundial no dia (1º de abril). As informações foram obtidas por especialistas a partir do "underground" da internet (fóruns nem sempre acessíveis ao internauta comum, por exemplo) e por meio de descoberta de códigos específicos.

Não há perda de arquivos, documentos ou dados, apenas roubo de senhas e contrassenhas (outra senha gerada como resposta à senha). O vírus tem a capacidade de escravizar as máquinas e torná-las "zumbis virtuais", sem que os usuários desses computadores saibam a respeito da invasão. Ou seja, computadores afetados passam a ser controlados por uma rede que usa essas máquinas para sobrecarregar sites (com milhares de acessos simultâneos) a fim de derrubar páginas e interromper servidores.

Microsoft anunciou recompensa de US$ 250 mil por denúncia sobre Conficker

O que muda amanhã, na opinião do analista Eduardo Godinho, da empresa de segurança na internet TrendMicro, é que haverá um intenso acesso a 50 mil sites, feito por um número estimado de 50 milhões de computadores.

Os sites mais visados são de gigantes da informática --Microsoft, IBM, Dell, por exemplo-- e os governamentais (como o da Casa Branca e o Pentágono, ambos dos EUA). A lista completa, no entanto, não é exata. Apesar disso, Godinho minimiza o impacto que o Conficker terá amanhã.

"Esse vírus já foi o motivo de muita dor de cabeça, reportagens de jornais e, devido a isso, não deverá ter tanto impacto quanto o calculado", afirma. "As pessoas e empresas já estão se preparando."

"Tradicionalmente, o que ele faz é tentar se infiltrar em todas as máquinas da rede que não possuam o pacote da Microsoft para causar lentidão na conexão das empresas. Nesta quarta, a forma de trabalho do vírus muda, e passa à superlotação de acessos em sites", explica.

"O fundamental para o usuário comum é ter atualizações do Windows Update em dia, especificamente o pacote de atualização MS08-067. Se o usuário não o tiver, as chances de infecção são grandes", orienta.

Godinho recomenda também duas ferramentas de limpeza em relação ao Conficker: uma que possibilita a identificação e impedimento dos ataques, caso eles estejam partindo do usuário sem que saiba, e a ferramenta de limpeza da máquina, caso haja infecção pelo Conficker. Ambas são gratuitas.

O vírus Conficker, que já atacou milhões de computadores em todo o mundo, deve se fortalecer mais ainda no dia 1º de abril, tornando-se mais difícil de combater --sem causar, no entanto, muita devastação.

A gigante americana do software Microsoft já prometeu uma recompensa de US$ 250 mil para quem conseguir identificar os criadores do vírus, conhecido também como Downadup. Sua especialidade é descobrir e roubar senhas.

Vírus que infectou milhões de PCs ficará mais forte em abril, dizem especialistas

"O vírus é programado para se fortalecer no dia, 1º de abril, tornando mais complicados os meios para combatê-lo, explicou o pesquisador Paul Ferguson, especialista em ameaças virtuais da Trend Micro, empresa de segurança virtual. "No entanto, não há nada que permita saber se ele passará para um modo de ataque", afirma.

Os piratas virtuais que controlam este vírus "estão fortalecendo sua capacidade de sobrevivência contra os esforços (...) para diminuir a capacidade danosa desta coisa", diz.

Graças ao poderio de sua "botnet" (rede de computadores infectados que passam a "trabalhar" para os piratas virtuais), o Conficker já dominou até mesmo uma rede da Marinha francesa.

A Microsoft já modificou seu antivírus Malicious Software Removal Tool, que pode ser baixado de graça, para detectar e destruir o Conficker, mas "continua buscando novas maneiras de neutralizar a ameaça do Conficker para dar a seus clientes mais tempo para colocar em dia seus sistemas", aponta um dos encarregados de segurança da empresa, Christopher Budd.

Hoje, o Conficker está programado para tomar o controle de 250 sites por dia. Nesta quarta-feira, aumentará sua força para chegar a 50 mil páginas diárias, o que tornará mais difícil localizar o ataque, segundo Mikko Hyponen, da empresa F-Secure, especializada em segurança virtual.

Ainda de acordo com Hyponen, o Conficker foi detectado pela primeira vez em novembro de 2008.


Para sua Proteção.

Atualizações do Windows Update em dia, especificamente o pacote de atualização MS08-067.

Site: http://www.microsoft.com/technet/security/Bulletin/MS08-067.mspx

Identificação e impedimento dos ataques

Site: http://free.antivirus.com/rubotted/

Ferramenta de limpeza da máquina

Site: http://www.trendmicro.com/download/sysclean.asp


Tome cuidados com seus pen-drives, pois são eles os Maiores responsáveis pela infecção de computadores.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Google Voice

Escrito em August 25 2009por Wanderson Luis

Aproveitando o lançamento do novo IPhone 3G S que será lançado no Brasil em agosto, o Google anuncia uma versão baseada do Google Voice na Internet.

Apareceram rumores com a ajuda da mídia, que a empresa de Steve Jobs a Apple a pedido da AT&T rejeitaram a princípio a comercialização do novo produto.

As autoridades norte-americanas ainda estão estudando sobre o caso que as três empresas: Google, Apple e AT&T sendo que ainda não tem explicações óbvias sobre o assunto.

O Google Voice é um serviço telefônico que reúne todos os seus números telefônicos em um único. Ou seja o objetivo é propor a comunicação de um número telefônico para todos.

Além disso, os SMS que são serviços de mensagens curtas para celulares e mensagens de caixa postal ficam em uma caixa de entrada assim como no exemplo do Gmail que é um serviço gratuito de e-mail criado pelo Google em 2004.

O serviço funciona como uma espécie de hub que é um concentrador, utilizado em redes de computadores que tem a função de administrar correio de voz, contatos, proporcionando chamadas sem nenhum preço através de linhas fixas.

O Google Voice permite que o usuário envie mensagens abreviadas de textos (SMS) por meio de um número de telefone do Google com preços reduzidos.

Assim sendo o Google Voice é uma ameaça direta da empresa AT&T que tem audiência de vendas do IPhone em terras americanas.


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